21 de setembro de 2010

A Voz do Silêncio


A Voz do Silêncio

Um Livro Clássico Para os
Discípulos da Sabedoria Oriental

Helena P. Blavatsky (org.)

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Publicada pela primeira vez em Londres em 1889, a obra
A Voz do Silêncio” é uma das mais importantes da filosofia
esotérica. de todos os tempos. Com inúmeras edições nos mais
variados idiomas, o valor deste livro é, claramente, imperecível.

A presente edição online de “A Voz do Silêncio[1] é publicada
em PDF. Deste modo preservamos com mais segurança a formatação
do texto, que possui grande número de notas de rodapé escritas por
Helena Blavatsky. Sem ler as notas, a plena compreensão do texto
seria extremamente difícil. Com a formatação em PDF, as notas podem
ficar próximas dos parágrafos que elas explicam, tornando a leitura fluída.

Apresentamos a seguir os parágrafos iniciais do prefácio de H.P. Blavatsky.
Logo depois, bastará clicar no local indicado para que o texto se abra em PDF.


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Prefácio


As páginas que se seguem têm como origem o Livro dos Preceitos de Ouro, uma das obras que são colocadas nas mãos dos estudantes místicos do Oriente. O conhecimento destas páginas é obrigatório naquela Escola cujos ensinamentos são aceitos por muitos teosofistas. Portanto, como conheço de memória muitos destes Preceitos, o trabalho de traduzi-los foi uma tarefa relativamente fácil para mim.

É bem sabido que, na Índia, os métodos de desenvolvimento psíquico diferem de acordo com os Gurus (professores ou mestres), não só porque eles pertencem a diferentes escolas de filosofia, das quais existem seis, mas também porque cada Guru tem o seu próprio sistema e o mantém em grande segredo. Porém do outro lado dos Himalaias o método das Escolas Esotéricas não difere, a menos que o Guru seja simplesmente um Lama,  e tenha poucos conhecimentos mais do que aqueles a quem ensina.

A obra da qual eu traduzo o material aqui publicado faz parte da mesma série de que foram tiradas as “Estâncias” do Livro de Dzyan, e nas quais se baseia a Doutrina Secreta.  Assim como a grande obra mística chamada Paramartha que, segundo conta a lenda de Nagarjuna, foi dada ao grande Arhat pelos Nagas ou “Serpentes” (na verdade um termo usado para designar os antigos Iniciados)  −,  o Livro dos Preceitos de Ouro reivindica a mesma origem. No entanto, as suas máximas e suas ideias, embora sejam nobres e originais, são frequentemente encontradas sob diferentes formas em obras sânscritas como o Dnyaneshvari, aquele esplêndido tratado místico no qual Krishna descreve para Arjuna, em cores brilhantes, o estado de um Iogue plenamente iluminado; e também em certos Upanixades.  Isto é bastante natural, já que a maior parte, se não a totalidade dos grandes Arhats − os primeiros seguidores de Gautama Buddha − eram hindus e arianos, não mongóis, especialmente os que emigraram para o Tibete. Só as obras deixadas por Aryasangha já são muito numerosas.





NOTA:

[1] Nossa tradução, feita por associados da Loja Unida de Teosofistas,  tem como base a edição original em inglês “The Voice of the Silence”, translated and annotated by Helena P. Blavatsky, Theosophy Company, Los Angeles, EUA, 110 pp., copyright 1987.


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Para ter acesso a um estudo diário da teosofia original, escreva a
lutbr@terra.com.br , perguntando como é possível acompanhar o trabalho do e-grupo SerAtento.

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