9 de setembro de 2013

Livros de Carlos Cardoso Aveline

Obras Sobre a Filosofia
Esotérica Original e a Arte de Viver


Os Editores Deste Website


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A relação a seguir não inclui os
primeiros livros de Aveline, ambos
dedicados prioritariamente a temas
sociais da década de 1980, e esgotados.  
Eles são “De Baixo Para Cima” (Ed. Vozes,
1984) e “Aqui e Agora” (Ed. Sinodal, 1985).

Os escritos de Aveline em outros idiomas podem
ser facilmente encontrados através da busca de
seu nome em “List of Texts By Authors”,  em
www.TheosophyOnline.com e websites associados.

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O Poder da Sabedoria
Crescimento Interior e Transformação Pessoal na Nova Era


Editora Teosófica, Brasília - terceira edição - 189 pp.

(Primeira edição, 1998)



  


Narrando experiências práticas de busca da verdade ou contando histórias budistas, taoístas e sufis, esta obra investiga, em vários níveis de consciência, a força potencialmente ilimitada da vontade espiritual.

O Poder da Sabedoria descreve algumas das formas que o conhecimento divino assume ao manifestar-se na vida diária, depois que a simplicidade foi encontrada e o mero discurso teórico abandonado.
                      
Respirar, viver a dois, observar a si mesmo, amar a natureza, liderar, relacionar-se com as crianças ou alcançar a felicidade a cada momento - porque já não se busca satisfações de curto prazo -; cada aspecto da vida faz parte  do nosso aprendizado e crescimento interior.
   
Este livro, resultado de décadas de estudo da sabedoria divina e de participação direta em movimentos voltados para a elevação da humanidade, mostra nossa vida diária como um grande laboratório alquímico em que deve ser testado - ponto por ponto - todo o nosso conhecimento do mundo e de nós mesmos.
  
“A prática regular da auto-observação mostrou-me que devemos ter respeito pelos nossos erros, porque eles encerram o segredo e a chave para a vitória no processo de auto-aperfeiçoamento”, escreve Carlos Aveline.
  
Para avançar com êxito na busca espiritual, é preciso estar livre do passado e levar pouca bagagem pessoal. O preço a pagar pelo excesso de bagagem devido ao peso das expectativas e recordações é alto. Quase todas as dificuldades que enfrentamos em nossa viagem pela vida ocorrem devido a apegos ao passado e ansiedades em relação ao futuro.

Através da prática natural da ética e da fraternidade, deixamos gradualmente de perder energia com preocupações, acumulando o poder impessoal da sabedoria eterna e descobrindo a chave da felicidade incondicional.


A Vida Secreta da Natureza
Uma Iniciação à Ecologia Profunda






Quando o ser humano cansa de colocar-se como o único centro do universo, seu coração e sua mente se abrem para perceber a ecologia profunda. Então ele vê a natureza como um valor em si mesma, independentemente da sua utilidade para o homem. Ele passa a ser inspirado conscientemente pela convivência com a terra, o céu e as águas, e se vê livre do excesso de preocupação consigo mesmo.

Alimentada tanto pela tradição mística de todas as religiões da humanidade como pelas descobertas científicas do final do século 20, a ecologia profunda é um território da consciência humana em que se encontram sábios antigos como Pitágoras ou Jesus Cristo, ao lado de cientistas modernos como Fritjof Capra, David Bohm e Rupert Sheldrake.

A Vida Secreta da Natureza traça uma visão panorâmica da vida e do cosmo do ponto de vista ecológico, enquanto descreve o lado oculto e mágico dos ecossistemas brasileiros: o oceano, a floresta, as nascentes dos rios e a vegetação do cerrado nos meses secos do ano. A obra é uma viagem de investigação prática sobre a alma ecológica do nosso país, e cria novas maneiras de olhar o mundo natural.

Segunda edição, pela Editora da Fundação Universidade Regional de Blumenau, EDIFURB. Telefone  (47) 321.0330. Email: editora@furb.br .




A Informação Solidária

A comunicação social como
prática de uma nova ética


Segunda edição, EDIFURB, 85 pp., 2001.



[ Esgotado ]

Este não é um livro apenas sobre a ética dos meios de comunicação, mas também sobre as possibilidades de ação prática do leitor, do ouvinte e do telespectador em relação ao jornalismo.

O papel do cidadão é cada vez mais decisivo em todos os setores da sociedade.  A nova era solidária do terceiro milênio será, também, a era da cidadania plena.  A partir de agora, ética individual e ética social só podem avançar juntas. A religiosidade e o espiritualismo deixam de girar em torno do passado, e os meios de comunicação social são decisivos neste despertar do potencial humano para o bem.

O jornalismo de amanhã está nascendo hoje. Ele articula ideias e ações para a transformação positiva da realidade social, ao mesmo tempo que acelera o crescimento interior dos indivíduos.  Produtores e consumidores de informação são co-criadores ativos deste novo padrão de comportamento.

Títulos dos capítulos de  A Informação Solidária: 1) O Desafio de Ontem e Hoje; 2) A Revolução dos Conteúdos; 3) Qualidade é Melhor Que Quantidade; 4) Luz e Sombra na Televisão; 5) O Poder de Visualizar; 6) Além da Informação: a Paz Interior.

Apontando para o Futuro

Responsabilidade Ética e

Preservação Ambiental no Século 21



[Esgotado]


Está surgindo hoje uma nova maneira de enxergar o futuro. Quando percebemos a unidade que existe entre cada um de nós e todos os outros seres, sentimos uma responsabilidade mais profunda diante da vida. Então as nossas relações com a natureza, os animais, o céu, as rochas, e os rios tornam-se, gradualmente, mais conscientes. Todos, em maior ou menor grau, estamos passando por isso.

Durante este processo de maturação, nascem, sem nenhum alarde, os cidadãos da civilização solidária do futuro, que terá como alicerce a prática da fraternidade universal.

Este livro propõe, também, algumas imagens concretas do que pode ser o mundo de amanhã. Já é possível antever algo do que virá. Mas todos nós temos uma responsabilidade pessoal pela materialização deste futuro, e pelo renascimento da fraternidade como regra de ouro das relações humanas.

Temas de alguns capítulos:

*Ecologia profunda, chave para a civilização do futuro.
*A ética da alimentação vegetariana.
*A ecologia da mente.
*Estabelecendo paz a todos os níveis.
*A música do silêncio.
*O nascimento de um novo modelo civilizatório.
*O desafio de uma civilização sustentável.
*Depois da crise: no próspero mundo de 2050.

Apontando para o Futuro tem 106 pp. e foi publicado por FEEU/PrajnaParamita, em Porto Alegre, em 1996.


Três Caminhos Para a Paz Interior

O Caminho do Guerreiro,
o Caminho do Autoconhecimento e o
Caminho da Renúncia às Ilusões


Editora Teosófica, 2002, 194 pp.




três caminhos para a Paz interior,três caminhos para a Paz interior
A arte de viver é curiosa: em qualquer lugar e tempo, a paz interior só depende de nós próprios. Ela é uma possibilidade a cada instante, e não é necessário adiá-la. Ao mesmo tempo, ela tem a tendência de estar conosco durante períodos curtos. Sentimos paz um dia, e no dia seguinte somos carregados pela agitação. Conseguimos compreender e eliminar um conflito, e pouco depois surge outro desafio que afasta a nossa tranquilidade.

Isso ocorre porque ninguém é uma ilha isolada, e também porque a paz nunca se separa da verdade, da justiça e do equilíbrio. Sem esses fatores, ela é apenas uma ausência temporária de conflito que pode provocar mais sofrimentos no futuro; mas com eles ela é perfeita, durável e indestrutível.

É necessária toda uma caminhada de autotransformação para que possamos obter uma paz interior, completa e equilibrada, que seja feita de felicidade e que possa iluminar todos os aspectos da nossa vida.

O destino da alma humana é vencer, mais cedo ou mais tarde, todos os desafios que estão à sua frente.  

Três Caminhos Para a Paz Interior coloca ao alcance do leitor elementos centrais para que essa vitória ocorra mais cedo.


Conversas na Biblioteca  

Um Diálogo de 25 Séculos


Edifurb, Blumenau, 2007, 170 pp.

 


O escritor Jorge Luis Borges afirmou: “Que outros se jactem das páginas que escreveram: a mim me orgulham as páginas que tenho lido.” [1]

De fato, o ato de ler - embora na aparência simples - é uma experiência potencialmente mágica.  Os bons livros podem ser amigos tão fiéis quanto nossos cachorros, embora mais sábios, e mais silenciosos. Os livros inspiram, aconselham e protegem.  Sua leitura é uma forma de conversa interior. Nas suas páginas é possível trocar ideias com pensadores de países distantes.

Uma biblioteca funciona, entre outras coisas, como uma máquina do tempo. Ela nos possibilita viajar além do mundo convencional, e nos coloca em contato com o pensamento e a presença sutil de sábios de outras épocas. Isso nos ajuda a viver mais profundamente o dia de hoje e a construir um melhor dia de amanhã.  Lin Yutang escreveu:

“O homem que não tem o costume de ler está aprisionado num mundo imediato, em relação ao tempo e espaço. Sua vida cai numa rotina fixa (...). Mas quando toma em suas mãos um livro, penetra em um mundo diferente e, se o livro é bom, vê-se imediatamente em contato com um dos melhores conversadores do mundo. Esse conversador o transporta a um país diferente, ou a uma época diferente, ou lhe confia alguns dos seus pesares pessoais, ou discute com ele (...) um aspecto da vida de que o leitor nada sabe.”  [2]

O livro muda o modo como sentimos a passagem do tempo.  Talvez tratemos o tempo como se ele avançasse apenas em linha reta. Na realidade, ele é cíclico e circular.  Avança em espiral, e está sempre a retomar e resgatar situações do passado desde um nível superior de experiência e evolução.

Graças à circularidade dos ritmos, os mais diferentes tempos passados e futuros estão sutilmente presentes em cada instante do agora eterno.

Devido ao fato de que o momento presente inclui em si todos os tempos passados e futuros, podemos perceber que seres como Benjamin Franklin, São João da Cruz, Platão e Albert Einstein são, de certo modo, contemporâneos entre si.  Todos eles influenciam a vida cotidiana no século 21.  Eles não só têm algo importante a dizer para o momento atual, mas são escutados pelos cidadãos mais atentos. 

Cabe, no entanto, perguntar:

“Se os grandes sábios do passado são de certo modo nossos contemporâneos, como será possível conviver mais de perto com eles?”

E o filósofo Lúcio Sêneca, situado cronologicamente no império romano, responde: 

“Só aqueles que têm quietude, que se desocupam para aceitar a sabedoria, só eles vivem; porque não só eles aproveitam seu tempo, mas também acrescentam a ele todas as épocas, tornando seus próprios todos os anos que já passaram.”

Mas Sêneca diz ainda:

“Nenhum século nos é proibido, a todos os séculos somos admitidos. Se com grandeza de ânimo quisermos sair da imbecilidade humana, haverá muitos tempos em que poderemos expandir-nos. Poderemos discutir com Sócrates, polemizar com Carnéades [3], aquietar-nos com Epicuro, vencer com os estóicos as inclinações humanas, melhorar essa inclinação com os [filósofos] cínicos, e andar com a natureza em companhia de todas as idades. Como, então (...) não nos entregamos de todo coração a aquelas coisas que são imensas e eternas e que se comunicam com os melhores [sábios de todos os tempos]?” [4]

Se aceitamos a realidade dessa comunicação interior, que vai além da visão do tempo como se ele fosse uma linha reta, cabe ainda uma  pergunta. Em que território sutil, ou nível da consciência essencial, ocorre esse diálogo aberto que reúne tantas vozes, situadas em tempos e espaços tão diversos?

Devemos concluir que, seguramente, não é no âmbito estreito das coisas superficiais. Tampouco no ritmo entrecortado do curto prazo mais imediato.  Essas vozes se encontram no território do conhecimento universal, um saber que é relativamente eterno e que tem recebido diferentes nomes, em diferentes culturas.  Os hindus o chamam de Gupta Vidya - a ciência secreta -, e de Brahma Vidya, a sabedoria divina. Para os chineses, esse espaço sutil é o Tao, o princípio supremo. Amônio Sacas, de Alexandria, usou a palavra Teosofia - termo que significa, literalmente, “a sabedoria dos deuses”. 

A cada novo ciclo da história, esse mesmo conhecimento primordial reaparece com roupagem atualizada.  Ele adota diferentes formas externas e nunca perde sua essência. Gradualmente, a cada volta da espiral do tempo, o conhecimento eterno desfaz velhos medos e dogmas enquanto abre o caminho da paz e do discernimento.  

Nesse volume, veremos 28 fragmentos do saber planetário acumulado. Os diálogos a seguir têm, talvez, um aspecto paradoxal. Vistos superficialmente, há neles um toque de ficção. No entanto, tudo o que os pensadores de 25 séculos dizem nesse volume está rigorosamente documentado, e suas fontes são indicadas em notas bibliográficas ao final de cada capítulo. Para facilitar a identificação das fontes, as perguntas são numeradas.  As conversas vão desde Lao-tzu, na China antiga, a Paulo Freire, no Brasil do século 20.  Fecha o volume o relato de uma conversa presencial com Jorge Luis Borges, ocorrida em Buenos Aires na década de 1970.

Não há aqui de modo algum a intenção de apresentar uma seleção dos “melhores pensadores”. 

Sábios antigos e autores clássicos transcendem esse tipo de classificação e não poderiam ser colocados em qualquer ranking linear por ordem de importância.

O leitor notará que há um lapso de cerca de mil anos desde o imperador Marco Aurélio até o santo Francisco de Assis: esse período de silêncio simboliza o relativo empobrecimento cultural e intelectual que caracteriza a idade média.

Como em toda seleção de autores, foi necessário responder a duas perguntas:

“A quem incluir? A quem excluir?”

A ausência nesse volume de grandes nomes como Chuang-tzu, Plutarco, Pitágoras, Plotino, Boécio, William James, Teresa D’Ávila, Carlos Castaneda ou Madre Teresa de Calcutá - entre tantos outros - serve como um necessário exercício de modéstia. Embora seja interiormente una e universal, a sabedoria humana acumulada nos últimos 25 séculos é tão vasta e tão diversificada que dela só podemos conhecer alguns poucos aspectos.

Ainda assim, a experiência do aprendizado constitui algo, no mínimo, extremamente valioso. É na China antiga que começa nossa breve viagem ao longo do espaço e do tempo.   

NOTAS:

[1] Versos do poema “Um Leitor”,  no volume  Elogio da Sombra - Um Ensaio Autobiográfico, Jorge Luis Borges, Ed. Globo, SP, 1993, p. 65.

[2] A Importância de Viver, Lin Yutang, Editora Globo, RJ/Porto Alegre/SP, quarta edição, 1959, 360 pp., trad. de Mário Quintana. Ver p. 302.

[3] Carnéades de Cirene, filósofo cético, nasceu em 219 a.C. e morreu aos 90 anos, em 129 a.C.

[4] Lúcio Sêneca ( 4 a.C.- 65 d.C.) , no texto De la Brevedad de la Vida, em Tratados Filosóficos, Cartas, Editorial Porrúa, México, 1998, p. 104.

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Traduções e Trabalho Editorial


(Lista Parcial)

1. Wen-tzu - A Compreensão dos Mistérios. Ensinamentos de Lao-Tzu. Tradução do chinês, Thomas Cleary. Tradução do inglês, Carlos Cardoso Aveline. Editora Teosófica, Brasília, 2002, 198 pp.

2. O Dhammapada. O clássico budista, com notas explicativas e um breve ensaio sobre o pensamento de Buddha. Tradução ao português de Carlos Cardoso Aveline, a partir da edição em inglês da Theosophy Company, de Los Angeles, em 1955.  Edição em português publicada online, em seção temática independente no website  www.FilosofiaEsoterica.com , 2009.

3. Aforismos de Ioga, de Patañjali. Uma Interpretação de William Q. Judge. Tradução ao português, C. C. A.,  a partir da edição em inglês da Theosophy Company, Índia, 1965 e 1984, 74 pp. Edição brasileira online, em seção temática independente, www.FilosofiaEsoterica.com , 2009.

4.  A Voz do Silêncio.  E Outros Fragmentos Escolhidos Para o Uso Diário dos Lanus (Discípulos). Com tradução para o inglês e notas de H. P. B. (Helena P. Blavatsky). Tradução ao português de Carlos Cardoso Aveline, a partir da edição em inglês da Theosophy Company, de Los Angeles. Edição brasileira online, em seção temática independente, www.FilosofiaEsoterica.com , 2010.

5. Cartas dos Mahatmas Para A. P. Sinnett (2 volumes). Transcritas e Compiladas por A. T. Barker. Editora Teosófica, Brasília, 2001. Co-tradução ao português, texto final, coordenação editorial, prefácio à edição brasileira e notas explicativas, Carlos Cardoso Aveline. (Primeiro volume, 372 pp. Segundo volume, 398 pp.)

6. Textos Seletos de Helena P. Blavatsky, Vol. I. Edição do Centro Lusitano de Unificação Cultural, CLUC, Lisboa, Portugal, 2011, 250 pp. Uma seleção de textos do website  www.FilosofiaEsoterica.com, com tradução de C. C. A.


Em Inglês:
The Fire and Light
Of Theosophical Literature

Preparing the Victory of
Truth Over Illusion in the
Soul of Esoteric Movement

  

Capa do livro “The Fire and Light of Theosophical
Literature”, publicado em 2013 por “The Aquarian Theosophist”




The Fire and Light of Theosophical Literature examina o contraste entre verdade e ilusão nos ensinamentos da filosofia esotérica moderna, e aponta para o futuro luminoso da vida humana em nosso planeta.

O autor discute a luta probatória que ocorre na alma do movimento fundado em 1875 por Helena Blavatsky.

Com 28 capítulos, o volume possui três partes. A primeira examina as premissas e o contexto geral do contraste entre letra morta e sabedoria viva na mente humana e no movimento esotérico. A segunda parte faz um exame direto das fraudes e dos erros que ainda agora estão presentes em grande parte da literatura nominalmente “teosófica”, e mostra de que modo o movimento está libertando-se das ilusões fabricadas no período 1894-1934.

A terceira parte de “The Fire and Light” discute o futuro do movimento teosófico e o seu dever abençoado em relação à humanidade. O autor investiga os próximos passos da evolução humana, que - de acordo com a Teosofia - será cada vez mais diretamente inspirada e iluminada pela sabedoria universal.  

Com 255 páginas, o livro foi impresso em Portugal e publicado no segundo semestre de 2013 por “The Aquarian Theosophist”, “O Teosofista” e websites associados. “The Aquarian” usou recursos de uma doação feita em nome de Celso de Magalhães.


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Para ter acesso a um estudo diário da teosofia original, escreva a lutbr@terra.com.br  e pergunte como é possível acompanhar o trabalho do e-grupo SerAtento.

Em língua inglesa, visite www.Esoteric-Philosophy.com , www.TheosophyOnline.com  e www.FilosofiaEsoterica.com,  e escreva a lutbr@terra.com.br perguntando pelo e-grupo E-Theosophy.


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