26 de fevereiro de 2014

O Olhar ao Longe, a Visão Ampla

Lições de Uma Caminhada Com o “Velho”

Carlos Cardoso Aveline



Não reclamar da vida, não reclamar das circunstâncias, não reclamar de si mesmo, são três regras básicas no caminho do autoconhecimento.

Não ficar eufórico com a vida, não ficar eufórico com as circunstâncias, e não ficar eufórico consigo mesmo, são outras três regras básicas.

Uma sétima regra é:

“Ter metas claras e nobres e trabalhar por elas com calma, sem esperar resultados imediatos, mas olhando o horizonte amplo.”

Estes sete procedimentos têm bons resultados a curto e a longo prazo.

Eles nos fazem ver o mundo e a vida com as lentes da moderação, da flexibilidade, do discernimento e da objetividade.

Uma vez, ainda criança, enquanto caminhava com meu pai, ele notou que eu estava com o olhar posto muito logo à minha frente, isto é, olhando para baixo. E disse:

“Olha para o horizonte. Olha para o alto, lá para a frente. Mantém dentro do teu campo de visão os metros de calçada imediatamente à frente, mas olha para longe”.

Eu percebi que o conselho não era só físico.

E anos depois compreendi que, quando a gente tem uma meta clara e elevada, e ela não é imediata nem estreita, não nos abalamos muito com coisas pequenas de curto prazo, sejam elas “agradáveis” ou “desagradáveis”.

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