28 de março de 2014

O Quarto Objetivo dos Teosofistas

A Existência de uma Divisão
Especial no Movimento Teosófico  

Carlos Cardoso Aveline

Uma imagem dos Himalaias, em quadro de Nicholas Roerich



Que tipo de futuro deve ser a meta dos teosofistas?

Esta questão talvez deva ser examinada uma e outra vez, geração após geração, pelas pessoas dotadas de boa vontade. Ela constitui um tema central para a ação da Loja Independente de Teosofistas. Porque o Tempo é como uma esfinge, e ele tende a devorar sem constrangimento aqueles que não dão uma resposta razoável ao mistério das suas potencialidades.

O movimento teosófico visa ajudar o nascimento da Sabedoria na vida da humanidade atual.  

Ele foi criado, portanto, para viver durante muitos milhares de anos. O movimento é durável, mas as suas estruturas externas têm vida curta. Uma visão clara do seu dever de longo prazo é provavelmente o “talismã mágico” a ser usado pelos teosofistas que queiram renovar o trabalho e a forma do movimento, em qualquer tempo e lugar em que isso for necessário.

No seu texto de 1886 “The Organization of the Theosophical Society” (“A Organização da Sociedade Teosófica”) Helena P. Blavatsky  se refere aos primeiros momentos da criação do movimento. 

Ela  conta que os Mestres não disseram aos dois principais fundadores (H.S. Olcott e ela mesma) o que eles “tinham que fazer” para organizar o esforço coletivo.  Mas H. P. B. acrescenta: 

“Embora os dois Fundadores não tenham recebido ordens sobre o que deviam fazer, eles foram claramente instruídos sobre o que nunca deveriam fazer, o que eles tinham que evitar, e sobre aquilo que a Sociedade nunca deveria tornar-se. Organizações como igrejas, seitas cristãs e espíritas foram mostradas como os futuros contrastes em relação à nossa Sociedade.”  [1]

Ao mesmo tempo, e em aparente conflito com o ponto anterior, H. P. B. explicou que deveria haver um completo respeito pelas  crenças religiosas de cada pessoa.

O contraste entre as igrejas dogmáticas e o movimento teosófico é um ponto decisivo. A oposição à fé cega deve ser ativa, e não passiva, como podemos ver pelo “quarto objetivo do movimento”, que H. P. B. descreve no mesmo texto.

Ao examinar a história do esforço teosófico, ela menciona os seus vários objetivos tal como eles foram definidos inicialmente. O primeiro era a fraternidade universal. Outro era ignorar barreiras como as diferenças entre raças, posição social ou credo. Um terceiro objetivo era estudar filosofias orientais.

A quarta meta era -

“Fazer oposição de todas as formas possíveis ao materialismo e ao dogmatismo teológico, demonstrando a existência na natureza de forças ocultas que são desconhecidas pela ciência,  e a presença de poderes psíquicos e espirituais no homem; tentando, ao mesmo tempo, ampliar a visão dos espíritas ao mostrar a eles que há muitas outras forças em ação, durante a produção de fenômenos, além dos ‘espíritos’ dos mortos. A superstição devia ser denunciada e evitada; e as forças ocultas, benéficas e maléficas - que sempre nos rodeiam e manifestam sua presença de várias maneiras - deveriam ser reveladas da maneira mais clara possível.” [2]

Esta não foi uma afirmativa isolada.

Está escrito no prefácio do primeiro volume da obra “Ísis Sem Véu”:

“A obra que agora submetemos ao julgamento público é fruto de um convívio até certo ponto íntimo com adeptos orientais e do estudo de sua ciência. Dedicamo-la àqueles que estão dispostos a aceitar a Verdade onde quer que ela se encontre, e a defendê-la, sem receio de enfrentar os preconceitos populares. (...) Este livro foi escrito com toda sinceridade. Ele pretende fazer justiça e falar a verdade sem más intenções ou preconceito. É, contudo, implacável com o erro transformado em dogma, nem tem qualquer reverência para com a autoridade usurpada.” [3]

Blavatsky expandiu esta abordagem nos parágrafos finais do prefácio à Parte II de “Ísis”:

“Sendo uma análise das crenças religiosas em geral, este volume dirige-se particularmente contra o Cristianismo teológico, o principal adversário da liberdade de pensamento. Não contém nenhuma palavra contra os puros ensinamentos de Jesus, mas denuncia implacavelmente a sua degradação nos perniciosos sistemas eclesiásticos que são desastrosos para a crença do homem em sua imortalidade e em seu Deus, e que subvertem toda moralidade.”

E ainda:

“Desafiamos os teólogos dogmáticos que procuram escravizar a história e a ciência; e especialmente o Vaticano, cujas pretensões despóticas se tornaram inaceitáveis para a maior parte da cristandade esclarecida. Deixando de lado o clero, somente quem segue a lógica, o investigador, e o pesquisador incansável deveriam estudar livros como este. Tais buscadores da verdade têm a coragem de defender suas opiniões.” [4]

Esta visão geral da tarefa teosófica é complementada por uma informação mais específica, que diz respeito aos níveis esotéricos do movimento.

Há nas “Cartas dos Mahatmas” algumas frases no mínimo significativas, em uma mensagem recebida pelo sr. Alfred Sinnett durante o mês de março de 1882:

“Mesmo na S.T. há uma seção, dirigida por um Irmão grego, sobre a qual nenhuma pessoa da Sociedade sabe, com exceção da velha senhora e de Olcott; e mesmo este sabe apenas que o trabalho avança e ocasionalmente executa alguma ordem minha com relação a ele.”[5] 

Essa passagem pode ser associada a outro trecho de uma carta de um Mestre, recebida por Sinnett apenas dois meses antes, em janeiro de 1882.  As seguintes palavras foram escritas por D. K., por ordem de um Adepto:

“Também devo dizer que você reconhecerá em um certo  sr. Bennett, da América do Norte, que chegará em breve a Bombaim, uma pessoa que, apesar do seu nacionalismo, que você tanto detesta, e das suas tendências excessivamente céticas em relação às religiões, é um dos nossos agentes (fato que ele desconhece) no empreendimento de levar a cabo o plano para a libertação do pensamento ocidental de credos supersticiosos.”[6]

Devemos observar a confluência de dois fatos: a meta - que corresponde ao quarto objetivo -é  libertar o pensamento ocidental dos dogmas religiosos; e há uma divisão no movimento teosófico sob a direção de um Adepto grego, isto é, ocidental.

Em “Ísis Sem Véu”, H. P. B. escreve sobre o movimento teosófico:

“O objetivo dos seus fundadores era fazer experiências práticas sobre os poderes ocultos da natureza, e recolher e disseminar entre os cristãos as informações sobre as filosofias religiosas do Oriente. Mais tarde, decidiu-se propagar entre os ‘pobres e ignorantes pagãos’ algumas evidências dos resultados práticos da cristandade, de modo a dar pelo menos os dois lados da história às comunidades nas quais trabalham os missionários. Com este propósito, estabeleceram-se relações com associações e indivíduos por todo o Oriente, aos quais se forneceram relatos autênticos dos crimes e dos delitos eclesiásticos, dos conflitos e das heresias, das controvérsias e dos litígios, das diferenças doutrinárias e das críticas às revisões bíblicas, das quais a imprensa da Europa e da América cristãs constantemente se ocupa. (...) Também há muito o que dizer sobre a conduta dos missionários, para aqueles que contribuem para o seu sustento.” [7]

O movimento teosófico não foi criado para ficar em silêncio diante das fraudes da “cristandade” dos cardeais, e tampouco para fugir do dever de corrigir os seus próprios erros.

A autocrítica é fundamental, porque os perigos e obstáculos nunca são exclusivamente externos. William Q. Judge teve motivos para incluir o dogmatismo, o sacerdotismo e o materialismo entre as principais possibilidades de fracasso para o movimento teosófico. [8]

Felizmente, as falhas não são permanentes, e sempre podem ser corrigidas. Este é um fato decisivo, já que vastos setores do movimento fracassaram. A derrota começou durante a vida de H. P. Blavatsky, provavelmente encurtando sua vida física. O texto “Por Que Eu Não Volto à Índia”, de H. P. B., é uma das evidências disso. O artigo está disponível em nossos websites associados. Durante o século 20, grupos “teosóficos” expandiram o erro. Chegaram mesmo ao ponto de fabricar uma “Igreja Católica Liberal” e outras organizações que imitam o Vaticano.

Apesar dos obstáculos, o movimento teosófico essencial sobreviveu.

A Loja Unida de Teosofistas e estudantes e trabalhadores voluntários independentes, espalhados nos diferentes continentes, cumpriram um papel decisivo para preservar o bom senso e os ensinamentos originais.

Em 1932, a Carta anual da LUT dizia:

“A pseudoteosofia e os pseudoteosofistas causaram destruição em todas as épocas no Movimento, enganando e desorientando os que são sinceros, mas desatentos. Esforços conscientes e inconscientes, da parte de alguns indivíduos que visam obter ganhos pessoais explorando os ensinamentos da Teosofia, continuam ocorrendo hoje assim como ocorriam durante a vida de H. P. B. e W. Q. Judge. Do mesmo modo como é necessário distinguir a teosofia autêntica da teosofia falsa, existe uma necessidade de distinguir entre as tentativas autênticas e espúrias de construir um sentimento de fraternidade entre as Sociedades Teosóficas.”

A Carta - quase seguramente escrita por John Garrigues - prossegue:

“Não pode haver uma base verdadeira para a ‘confraternização’ entre aqueles que, não só fazem acréscimos e diluem os ensinamentos de H. P. B., mas também os contradizem diretamente, e aqueles que reconhecem que, em ‘A Doutrina Secreta’, como ela disse, ‘está contido tudo o que pode ser dado ao mundo neste século’, e que ‘serão necessários séculos antes que seja transmitido muito mais do que isso’. Mas deveria haver, e tem sempre havido, uma autêntica fraternidade sentida e manifestada por toda a Loja Unida de Teosofistas em relação a todos os colegas estudantes da Mensagem de H. P. Blavatsky, deixando de lado considerações menores e circunstâncias de afiliação. A Declaração da LUT, assim como a História, dão testemunhos de que esta verdadeira fraternidade foi um fator primordial na fundação da Loja Unida.” [9]

Robert Crosbie mostrou a grande similaridade entre “o modo como os jesuítas desorientaram a Maçonaria” e a maneira como pseudoteosofistas infiltraram o movimento esotérico fundado por HPB, Henry Olcott e William Q. Judge. Depois de mencionar a ação dos jesuítas na maçonaria, Crosbie escreveu:

“Eles ingressaram nela, obtiveram os seus segredos, inventaram ‘graus mais elevados’ para desviar a atenção do que havia de essencial nos graus anteriores, e gradualmente tornaram a maçonaria inócua e incapaz de levar ao conhecimento que eles temiam. Muito do que está ocorrendo e já ocorreu na sociedade (....) parece levar a uma paralisação inócua. Este é o modo como trabalham as forças bramânico-jesuíticas, e alguém cuja mente se guia pela aparência não consegue perceber os fatos; e nem acredita neles, se for advertido.” [10]

Tem havido ao longo do tempo uma linha interna de ação no movimento teosófico. Ela é sustentada por trabalhadores que não colocam o seu conforto pessoal acima da Verdade, e combatem ilusões à medida que elas surgem, seja dentro de si próprios ou na ação coletiva. Estas pessoas cumprem um papel central na preservação do coração do movimento, e o coração é, naturalmente, muito menor que o corpo externo e transcende seus aspectos burocráticos.

O estudante que leva em conta os fatos mencionados acima irá, talvez, perguntar a si próprio:

“Como se pode descrever em poucas palavras o que aconteceu desde a morte de HPB em 1891, e propor uma perspectiva correta para o futuro?”

Uma resposta formulada com bom senso poderá incluir estes sete pontos:

PRIMEIRO  

Pouco depois de 1891, o movimento deixou de interagir com a intensidade de antes em relação ao mundo externo. Perdeu o contato mais amplo com “a grande órfã”, a humanidade como um todo.  Fechou-se em parte como uma seita interessada, sobretudo, na autopreservação.

SEGUNDO

Simultaneamente, o movimento deixou de criticar as religiões dogmáticas.  Esqueceu o “quarto objetivo”. Deixou de lado documentos que mostram a importância de combater o dogmatismo das religiões exotéricas, como por exemplo a “Carta de Prayag” (Carta número 30 em “Cartas dos Mahatmas”), a Carta número 88 em “Cartas dos Mahatmas”, e o texto completo da Carta de 1900, entre outros. [11]

TERCEIRO 

Tendo desenvolvido uma atitude de apego ao conforto, o movimento ficou cada vez mais dividido e fragmentado por razões de “luta pelo poder político”.  

QUARTO 

Diferentes setores do movimento começaram a buscar uma sensação de segurança e estabilidade através da uniformidade de pensamento, esquecendo deste modo que uma real segurança só pode ser encontrada se houver coragem para aceitar a diversidade e o contraste. 

Isso levou a um “quietismo teosófico”, uma espécie de “imobilização mística da alma”, fato já denunciado nas Cartas dos Mahatmas. Um Mestre diz o seguinte a respeito do movimento teosófico na Inglaterra, no início da década de 1880: 

“ ...A S.T. britânica não dá praticamente um só passo adiante. Seus membros pertencem à Fraternidade Universal, mas só de nome, e gravitam no melhor dos casos para o quietismo, uma paralisia completa da alma. São intensamente egoístas em suas aspirações e colherão apenas a recompensa do seu egoísmo.” [12]    

QUINTO

Ritualismos ilegítimos como a “maçonaria leadbeateariana”, a igreja católica “teosófica” e o “Rito Egípcio” vêm lentamente perdendo importância na ST de Adyar. Isto ocorre  desde 1953, quando N. Sri Ram assumiu a liderança.  No século 21, os mecanismos de acobertamento da verdade histórica e da proposta original já são claramente insustentáveis.  

SEXTO

Apesar das limitações, uma parcela do movimento vem se reaproximando gradualmente do programa original e da literatura autêntica. O processo é lento. A origem desta tendência histórica está ligada à formação da Loja Unida de Teosofistas em 1909.  

Desta dinâmica renovadora faz parte a Loja Independente de Teosofistas, criada em 2016, exatamente cento e sete anos depois da fundação da LUT.

Embora a LIT trabalhe sobretudo no nível das causas, já há alguns resultados visíveis do esforço, que começou anos antes da sua organização formal. A pequena Loja Independente procura ser uma chama viva de estudo e vivência da filosofia do movimento. 

SÉTIMO

As maiores potencialidades do movimento ainda estão por ser desenvolvidas.

Elas incluem o fato de que, se o movimento perceber a sua responsabilidade essencial em relação ao mundo tal como o mundo é hoje, ele crescerá do ponto de vista espiritual e ético e se libertará facilmente de motivações pequenas e pessoais, abandonando ao mesmo tempo a crença cega e o apego surdo.

Estimular este processo é uma meta da Loja Independente.

Assim o movimento poderá exercer a compaixão universal com força renovada. Será capaz de aceitar a verdade e os inevitáveis contrastes, resgatando o quarto objetivo formulado por HPB ao mesmo tempo em que se liberta dos seus apêndices ritualísticos.

A Sociedade Teosófica não é a única proprietária dos erros do movimento. Os méritos e acertos do movimento tampouco pertencem apenas a esta ou aquela agrupação. Não há separação interior entre os membros da humanidade, e não existe real divisão no movimento teosófico. A fragmentação que ocorreu desde 1891 é muito mais aparente do que real. A unidade é dinâmica. O progresso ou derrota espiritual de cada um é um fator vivo que ajuda ou prejudica todos os outros.

O caminho ocultamente mais perigoso é quase sempre aquele que parece ser o mais fácil e o mais confortável de todos.

Os Poucos pioneiros que sabem o que querem e têm uma meta nobre abrem caminho para o futuro e fazem a diferença avançando através de um caminho aparentemente árido.

NOTAS:

[1] “The Organisation of the Theosophical Society”, em “Theosophical Articles”, H. P. Blavatsky, Theosophy Co., Los Angeles, 1981, edição em três volumes, ver vol. I, pp. 223-224. O texto está também no volume “The Original Programme of the Theosophical Society”, H. P. Blavatsky, TPH, India, 1974, 76 pp. 

[2] “The Organisation of the Theosophical Society”, em “Theosophical Articles”, H. P. Blavatsky, Theosophy Co., Los Angeles, 1981, vol. I, p. 223.

[3] “Isis Unveiled”, Theosophy Co., Los Angeles. Veja a versão da edição brasileira em “Ísis Sem Véu”, H. P. Blavatsky, Ed. Pensamento, volume I, p. 67.

[4] “Isis Unveiled”, Theosophy Co., Los Angeles. Veja a versão da edição brasileira em “Ísis Sem Véu”, H. P. Blavatsky, Ed. Pensamento, volume III, pp. 11-12.

[5] “Cartas dos Mahatmas Para A. P. Sinnett”, Editora Teosófica, Brasília, 2001, edição em dois volumes, ver volume 1, Carta 48,  p. 220.

[6] “Cartas dos Mahatmas Para A. P. Sinnett”, Editora Teosófica, volume 1, Carta 37, p. 180.

[7] “Isis Unveiled”, Theosophy Co., Los Angeles, Vol. I, pp. XLI e XLII. Veja a versão da edição brasileira em “Ísis Sem Véu”, H. P. Blavatsky, Ed. Pensamento, volume I, p. 94.

[8] “Suggestions to Branches”, um artigo incluído em “Theosophical Articles”, William Q. Judge, edição em dois volumes, Theosophy Co., Los Angeles, 1980, volume II, pp. 163-172.

[9] Uma cópia da Carta de LUT de 1932 está publicada em PDF em nossos websites associados. Ela faz parte da compilação de cartas anuais da LUT intitulada “The ULT Day Letters, 1931-1960”. O nome de autor da compilação é “United Lodge of Theosophists”.

[10] “The Friendly Philosopher”, Robert Crosbie, Theosophy Company, 1945, 416 pp., ver Carta Doze,  seção “Living the Life”, p. 161.

[11] A carta 88 está publicada sob o título de “Mestres Ensinam Que Não Há Deus” e pode ser localizada na Lista de Textos por Ordem Alfabética, em nossos websites associados. Nos mesmos sites é fácil localizar o texto “A Carta de 1900, na Íntegra”.

[12] “Cartas dos Mahatmas Para A. P. Sinnett”, Editora Teosófica, Brasília, 2001, edição em dois volumes, ver volume 1, Carta 11, p. 76.

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Uma versão inicial do texto acima foi publicada sem nome de autor no boletim “O Teosofista”, de julho de 2007, sob o título “Uma Divisão Especial no Movimento Teosófico”. Veja também o artigo “Os Verdadeiros Objetivos do Movimento”, de C. C. Aveline, que está disponível em nossos websites associados.

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