18 de janeiro de 2019

Raja Yoga ou Conquista da Natureza Interna


A Clássica Edição Portuguesa de 1925

Swami Vivekananda


Swami Vivekananda e a capa do livro



CAPÍTULO I

INTRODUÇÃO


Todo o nosso saber está baseado sobre a experiência. Toda a ciência dedutiva na qual raciocinamos do geral para o particular, tem a experiência por base.

As chamadas ciências exatas, tornam-nos fácil o acesso à verdade porque apelam para a experiência pessoal de cada um de nós. O homem de ciência não nos impõe nenhuma crença; pelas suas experiências adquire certos resultados que ele raciocina, e quando nos pede para acreditar neles, apela de certo modo para a experiência universal da humanidade. Em toda a ciência exata há uma base universal comum a toda a humanidade; de forma que podemos julgar imediatamente se as conclusões que se tiram são verdadeiras ou falsas.

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O livro “Raja Yoga ou Conquista da Natureza Interna” foi publicado em PDF em nossos websites associados no dia 18 de janeiro de 2019.

Swami Vivekananda nasceu em 12 de janeiro de 1863 e viveu até 4 de julho de 1902.

Veja o livro “Aforismos de Ioga, de Patañjali”, escrito por William Q. Judge.


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Em 14 de setembro de 2016, um grupo de estudantes decidiu criar a Loja Independente de Teosofistas. Duas das prioridades da LIT são tirar lições práticas do passado e construir um futuro saudável. 

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O grupo SerAtento oferece um estudo regular da teosofia clássica e intercultural ensinada por Helena Blavatsky (foto). 


Para ingressar no SerAtento, visite a página do e-grupo em YahooGrupos e faça seu ingresso de lá mesmo. O link direto é este:   

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A Vida de Helena Blavatsky

A Biografia da Fundadora do Movimento
Teosófico Moderno, Escrita por um Colega Dela

A.P. Sinnett


Alfred P. Sinnett e Helena P. Blavatsky



Prefácio do Autor

As páginas que se seguem contêm tantas coisas suscetíveis de ferir as teorias convencionais existentes sobre o que é possível, ou digno de crédito, que estou certo de que esta narrativa vai enfrentar o escárnio dos escritores que situam os recursos da Natureza dentro dos limites da sua própria experiência, julgando-se capazes de avaliar os poderes acessíveis à humanidade…


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O livro “A Vida de Helena Blavatsky” foi publicado em PDF em nossos websites associados no dia 17 de janeiro de 2019.

Cabe observar que no bem-intencionado posfácio desta edição de 1976, Murillo Nunes de Azevedo diz acreditar que Carl Jung é um grande pensador e simpático à causa teosófica. Na verdade Jung foi um adversário da ética e do projeto humanitário de que faz parte o movimento dos teosofistas. Há evidências documentadas disso em nossos websites associados. Clique para ler, por exemplo, os artigos “Freud, Jung e a Religião”, de Erich Fromm, e “Informe Sobre Jung e a Teosofia”, de Carlos Cardoso Aveline. Não deixe de examinar o texto “Jung Escreve Contra a Teosofia”.

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Em 14 de setembro de 2016, um grupo de estudantes decidiu criar a Loja Independente de Teosofistas. Duas das prioridades da LIT são tirar lições práticas do passado e construir um futuro saudável

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O grupo SerAtento oferece um estudo regular da teosofia clássica e intercultural ensinada por Helena Blavatsky (foto). 


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15 de janeiro de 2019

Kohlberg e os Estágios da Consciência Ética


Compreendendo as Etapas da Evolução Humana

Carlos Cardoso Aveline




O psicólogo norte-americano Lawrence Kohlberg afirma que o desenvolvimento moral do ser humano tem seis estágios, mas atualmente são poucos os que alcançam o patamar mais elevado.

Tendo como ponto de partida o trabalho de Jean Piaget, Kohlberg definiu as etapas da ética como parte do desenvolvimento psicológico das crianças. Na verdade, os seis estágios são válidos para pessoas de todas as idades, para os mais diferentes povos, e para os diversos tipos de grupo social, em qualquer nação.

Os seis estágios também coexistem entre si. A vida é contraditória. Cada pessoa possui vários níveis de motivos para agir corretamente, e diversos tipos de definição do que é correto.

Em cada indivíduo ou grupo social, há alguns níveis de consciência ética que predominam sobre os outros. Os patamares inferiores são transcendidos quando há um horizonte amplo e uma experiência acumulada suficiente. As almas ainda infantis costumam ignorar os estágios superiores de ética. Desde um ponto de vista teosófico, o estágio em que cada um se situa depende da experiência e do bom senso da alma individual.

Vejamos quais são os estágios de ética e moral propostos por Kohlberg.

1) No primeiro - o estágio mais básico e inferior – “a ação certa é a ação que não é punida”. A prioridade é não ser punido, e por isso há uma obediência. A ação errada é aquela que recebe castigo. Se não houver castigo, não haverá consciência de que algo errado foi feito.

2) No segundo estágio, a ação correta é definida como “aquela que serve os interesses de cada um”. O objetivo é obter uma recompensa. Ocorre aqui o “toma-lá-dá-cá”. Vale a negociação caso a caso, a troca de favores, o apoio mútuo em ações de curto prazo.

Os dois estágios iniciais da moralidade são chamados de “pré-convencionais”, porque neles não há um código de conduta. As ações são vistas de modo mais ou menos isolado. Predomina o casuísmo.

3) No terceiro estágio, a criança (ou o adulto) demonstra ter bom caráter. É a etapa do “bom garoto”. A meta é a aprovação social, ou o apoio sincero dos mais velhos e dos mais poderosos. Aqui vale a frase “faça aos outros o que gostaria que eles lhe fizessem”. A pessoa desenvolve um sentido de justiça e reciprocidade. A compaixão é compreendida e até certo ponto vivenciada. Também pode ocorrer um conformismo: mas existe um sentido de compromisso ético verdadeiro.

4) O quarto estágio é o da Lei e da Ordem. Neste ponto o respeito ao líder, ao chefe, ao professor, é algo central. O importante é cumprir o dever. Cabe respeitar as normas e obedecer às autoridades - sem questioná-las.

As etapas três e quatro são chamadas de “convencionais”, porque nelas o indivíduo é sinceramente leal às normas e às orientações coletivas.

Em seguida temos os dois estágios finais. Agora as crianças ou adultos respeitam as normas, leis e convenções. Mas ao mesmo tempo enxergam além delas e procuram aprimorá-las. Sigmund Freud escreveu:

“…Não é necessário ser um anarquista para ver que as leis e as normas não podem ser consideradas como algo sagrado ou inquestionável, ou para compreender que elas são com frequência formuladas de modo inadequado e ferem o nosso sentido de justiça, ou virão a ser injustas dentro de algum tempo, e que, considerando a lentidão das autoridades, muitas vezes o único meio de corrigir estas leis tolas é tendo a coragem de violá-las. Além disso, se desejamos manter o respeito pelas leis e normas, é aconselhável só promulgá-las quando se pode vigiar e saber se são obedecidas.” [1]

5) Na quinta etapa, portanto, de desenvolvimento ético, o indivíduo percebe que as leis e os costumes estabelecidos podem ser injustos.

Quando necessário, ele busca uma mudança para melhor. Faz isso através de meios legítimos, democráticos, moralmente aceitáveis, eticamente responsáveis.

Exemplos deste nível de moral (assim como do sexto nível) são Mahatma Gandhi, na Índia, Martin Luther King, nos Estados Unidos, e, no Brasil, Chico Mendes, o defensor da floresta amazônica. Os três líderes sociais deram um exemplo de altruísmo, e foram assassinados precisamente por defenderem ideais nobres e uma ética superior, contrariando as estruturas da ignorância organizada. Na quinta etapa, busca-se um contrato social eficiente e justo para todos.

6) Na sexta etapa de desenvolvimento moral, o indivíduo - ou o povo - vive os princípios universais da consciência ética.

Hoje são pouco numerosos os seres humanos firmemente estabelecidos neste estágio. São os precursores. Preparam o futuro. Abrem o caminho.

Melhorar o mundo - ou “Tikun Olam”, nos termos da tradição judaica - é a meta. Valem aqui a boa vontade, a compaixão e a solidariedade por todos os seres. O sentimento de fraternidade planetária é vivido como algo central. Lao-tzu, Buddha, Jesus, Krishna, entre outros, personificam este nível de percepção e intenção.

A utilidade prática do esquema piramidal de níveis de ética feito por Kohlberg é grande.

Cada cidadão pode examinar a si mesmo à luz destes seis níveis de moral e ver onde está situado. Que nível de ética cada um segue, nos vários tipos de situações e aspectos da vida?

No processo social e político do país e da cidade em que moramos, que estágios de desenvolvimento ético predominam? Quais são as lideranças que têm como meta a boa formação moral das crianças, e a boa formação moral, também, dos adultos?

Os livros de Lawrence Kohlberg ultrapassam o mundo da psicologia. Eles têm grande valor filosófico. A importância teosófica deles pode ser decisiva no século 21.

Kohlberg ajuda a esclarecer a grande tarefa que é plantar bom carma, colocando em ação da melhor maneira possível as causas da felicidade humana.

NOTA:

[1] Sigmund Freud, no ensaio “The Question of Lay Analysis”. O texto está incluído no volume “The Essentials of Psycho-Analysis”, Sigmund Freud, selected with commentaries by Anna Freud, Vintage Books, London, UK, 2005, 597 pp., ver p. 53.

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    Lawrence Kohlberg (1927-1987)

Os seis patamares de percepção moral propostos por Kohlberg possuem uma relação interna com os níveis de consciência ensinados pela teosofia original. Veja por exemplo os artigos Os Sete Princípios da Consciência” e “A Ponte Entre Céu e Terra”. (CCA)

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Para Ler Mais Sobre os Estágios de Formação Moral: 

* “Lawrence Kohlberg, Ética e Educação Moral”, de Ângela Maria Brasil Biaggio, Ed. Moderna, SP, 2002, 144 pp.

* “Promoting Moral Growth”, From Piaget to Kohlberg, by Richard H. Hersh, Diana Pritchard Paolitto and Joseph Reimer. Foreword by Lawrence Kohlberg. Published by Longman, New York and London, 1979, 270 pp.

* “Essays on Moral Development”, Lawrence Kohlberg, volume I, “The Philosophy of Moral Development”, Harper & Row, Publishers, San Francisco, copyright 1981, 441 pp.

* “Essays on Moral Development”, Lawrence Kohlberg, volume II, “The Psychology of Moral Development”, Harper & Row, Publishers, San Francisco, copyright 1984, 729 pp.

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O artigo “Kohlberg e os Estágios da Consciência Ética” foi publicado em nossos websites associados dia 15 de janeiro de 2019.

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9 de janeiro de 2019

O TEOSOFISTA, Janeiro de 2019



A edição de janeiro abre com um texto breve de Robert Crosbie, intitulado “O Compromisso Com a Sabedoria”.

Em seguida temos “Dois Fragmentos de Helena Blavatsky Sobre a Ética e a Sinceridade”. À página três, “O Autotreinamento Mental”, de Yogue Ramacharaka.

O artigo “Ideias ao Longo do Caminho está nas páginas quatro e cinco. Seu subtítulo afirma: “A alma e a voz da consciência são os verdadeiros Mestres do cidadão sensato”.

Veja outros temas da edição de janeiro:

* António Corrêa D’Oliveira - a Sabedoria Popular em Versos;

* Ensinamentos de um Mahatma - 20, Uma Compilação das Cartas Do Mestre de Helena Blavatsky;

* As Ondas de Acontecimentos - a Liberdade e a Iluminação Dependem de Hábitos Corretos;

* Os Capítulos Cinquenta e Seis a Sessenta e Cinco do Tao Teh Ching, na Versão Que Lin Yutang Fez da Obra Chinesa;

* O Legado de Robert Crosbie;

* Entendendo a Vida Material; e

* A Psicanálise da Vaidade Espiritual.

A edição, de 19 páginas, inclui a lista dos itens publicados recentemente nos websites da Loja Independente de Teosofistas.  

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A coleção completa de “O Teosofista” está disponível em nossos websites.

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6 de janeiro de 2019

Do Ritualismo Para a Raja Ioga



O Caminho Para o Discipulado Depende de
Autoconhecimento, e Não de Obediência Cega

Um Mahatma dos Himalaias




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Nota Editorial:

Os trechos abaixo são reproduzidos
de “Cartas dos Mahatmas”, volume II,
Editora Teosófica, Brasília. Os números
das Cartas e das páginas estão indicados
entre parênteses ao final de cada citação.

Os leitores devem lembrar
que a palavra “chela” significa
discípulo, e “chelado”, discipulado.

(Carlos Cardoso Aveline)

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* Ah, por quanto tempo irão os mistérios do chelado vencer e desviar do caminho da verdade tanto os sábios e perspicazes quanto os tolos e crédulos! Como são poucos, entre os muitos peregrinos que têm de começar viagem sem mapa nem bússola pelo Oceano sem praias do Ocultismo, aqueles que alcançam a terra desejada! (Carta 134, p. 299)

* Acredite-me, fiel amigo, nada, exceto uma completa confiança em nós, em nossas boas intenções se não em nossa sabedoria, em nossa antevisão, se não onisciência - algo que não é possível encontrar nesta terra - pode ajudar alguém a avançar desde a sua terra de sonhos e ficção até a nossa terra da Verdade, a região da rigorosa realidade e dos fatos. De outro modo, o oceano comprovará de fato não ter praias; as suas ondas levarão a pessoa não mais por águas de esperança, mas transformarão cada pequena onda em dúvida e suspeita; e elas serão amargas para quem começa a viajar por aquele mar sombrio e agitado do Desconhecido tendo uma mente preconceituosa! (Carta 134, p. 299)

* A massa de pecados e fragilidades humanos se distribui ao longo de toda a vida de um homem que se contenta com seguir sendo um mortal médio. Ela é reunida e concentrada, digamos assim, dentro de um período da vida de um chela - o período de provação. Aquilo que está em geral acumulando-se para encontrar a sua expressão legítima apenas no próximo renascimento de um homem comum é acelerado e estimulado para que surja no chela - especialmente no candidato presunçoso e egoísta que avança apressado sem ter calculado suas forças. (Carta 134, pp. 300-301)

* Se quiser aprender e adquirir Conhecimento Oculto, você tem, meu amigo, de lembrar que este ensinamento abre na corrente do chelado muitos canais imprevistos, diante de cuja força mesmo um chela “leigo” deve necessariamente ceder, ou encalhará nos bancos de areia; e sabendo disso, você deve abster-se para sempre de julgar apenas pelas aparências. O gelo foi quebrado mais uma vez. Tire proveito disso, se puder. (Carta 134, p. 303)

* Que resmungos, que críticas sobre [o ensinamento a respeito do] Devachan [1] e assuntos semelhantes, por seu caráter incompleto e suas muitas aparentes contradições! Oh, tolos cegos! Eles esquecem - ou nunca souberam - que aquele que possui as chaves dos segredos da Morte é possuidor das chaves da Vida. (Carta 136, p. 315)

* Por que é que dúvidas e suspeitas sórdidas parecem atacar cada aspirante ao chelado? Meu amigo, nas Lojas Maçônicas dos tempos antigos, o neófito era submetido a uma série de testes espantosos, em que estavam em jogo a sua constância, sua coragem e sua presença de espírito. Através de impressões psicológicas provocadas por máquinas e substâncias químicas, ele era levado a acreditar que estava caindo em precipícios, que seria esmagado por rochas, que caminhava através de pontes de teia de aranha no meio do ar, que atravessava fogo, que se afogava na água e era atacado por animais selvagens. Esta era uma reminiscência e um programa tomado por empréstimo dos Mistérios Egípcios. Como o Ocidente havia perdido os segredos do Oriente, ele tinha, digamos, que fazer uso de um artifício. Mas nos dias atuais a vulgarização da ciência tornou obsoletos estes testes triviais. (Carta 136, p. 316)

* O aspirante é agora atacado inteiramente no lado psicológico da sua natureza. O processo de testes - na Europa e na Índia - é o da Raja Ioga, e o seu resultado é, como tem sido explicado frequentemente, o desenvolvimento de todos os germes, bons e maus, que há nele e em seu temperamento. A regra é inflexível, e ninguém escapa, quer ele apenas escreva uma carta para nós, ou formule, na privacidade do seu próprio coração, um forte desejo de comunicação e conhecimento ocultos. Assim como a chuva não pode fazer frutificar a rocha, tampouco o ensinamento oculto surte efeito sobre a mente que não é receptiva; e assim como a água aumenta o calor da cal cáustica, também o ensinamento coloca em impetuosa ação todas as insuspeitadas potencialidades latentes no aspirante. (Carta 136, p. 316)

* Poucos europeus resistiram a este teste. Suspeitas, seguidas de uma convicção autoconstruída de fraude, parecem ter se transformado na ordem do dia. Eu digo a você que, com muito poucas exceções, nós fracassamos na Europa. (Carta 136, p. 316)

* Cada passo dado por alguém em nossa direção nos forçará a dar outro passo em direção a ele. Mas não é indo a Ladakh [2] que alguém nos encontrará (…). (Carta 136, p. 317)

* Tenha cuidado, portanto, com um estado de espírito impiedoso, porque ele surgirá como um lobo faminto em seu caminho e devorará as melhores qualidades da sua natureza, que estão despertando para a vida. Amplie as suas simpatias, em vez de limitá-las; tente identificar-se com seus companheiros, em vez de diminuir seu círculo de afinidades. (Carta 131, p. 291)

NOTAS:

[1] Esta afirmação axiomática possui um valor decisivo para quem deseja entender a filosofia esotérica. Sobre o assunto do Devachan e de todo o processo entre duas encarnações terrestres, veja em nossos websites associados os artigos “O Processo Entre Duas Vidas”, “Vida, Morte e Iluminação”, “A Teosofia e a Reencarnação” e “A Lei da Vida Imortal”. (CCA)

[2] Pequena cidade na fronteira da Índia com o Tibete, que fazia parte do trajeto de viagens regulares do Mahatma K.H. (Nota da edição brasileira das Cartas dos Mahatmas)

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O texto acima foi publicado em nossos websites associados dia 05 de janeiro de 2019.

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