27 de maio de 2026

Três Lições de Isaías de Gaza

 
No Caminho Místico, é Necessário Bom Senso
 

Carlos Cardoso Aveline
 
Visão parcial de ícone bizantino representando Isaías de Gaza, o Solitário,
sem caráter histórico-documental, porém feito à maneira da tradição cristã.


 
1. Humildade e Realismo No Caminho
 
Assim como o cristão, o teosofista deve ser protegido pela humildade. A simplicidade voluntária é um escudo eficaz.
 
No século V da era atual, a Palestina era amplamente judaica e cristã. Naquela época um famoso padre do deserto, Isaías de Gaza, escreveu:
 
“O Senhor possui o poder de encontrar-se com os que têm humildade e têm sido protegidos por ela”. [1]
 
O “Senhor”, como se sabe, é um símbolo do nosso próprio eu superior ou alma espiritual, e representa também a Lei Universal da Justiça.
 
Para Isaías de Gaza, qualquer sentido de autoimportância impede ou prejudica o contato do peregrino com sua alma espiritual.
 
A humildade, o realismo e a lembrança das nossas falhas permitem que nos voltemos para o mundo divino e aperfeiçoemos a nós mesmos - ao invés de cair na armadilha vaidosa de pretender corrigir os outros.
 
2. Direto dos Padres do Deserto
 
Isaías de Gaza escreveu:
 
“Julgar a si mesmo atrai a humildade, e sujeitar a vontade própria diante do próximo, com consciência, constitui a humildade. A pureza é que ores a Deus [a Lei Universal, teu Eu Superior, tua Alma Imortal].”
 
“Não enaltecer a ti mesmo faz com que perseveres no pranto. O fato de que não julgues (Romanos, 4, 13) é a caridade. A longanimidade [grandeza de espírito] é não pensar nada contra o teu próximo. O coração que ama a Deus não leva em conta o mal (Romanos, 12,17).”
 
E ainda:
 
“O silêncio é que não obedeças ao que não te convém. A pobreza é um coração sem maldade. O fato de que possuas os teus sentidos (conforme Lucas, 21,19) é a paz. Suportar é a doçura. A misericórdia é que perdoes. Suprimir a vontade própria [isto é, os desejos inferiores] é o que gera estas coisas, estabelece a paz entre as virtudes, e faz com que o espírito não se agite.” [2]
 
3. A Lembrança das Nossas Falhas
 
Será possível chorar sinceramente, por iniciativa própria?
 
Para evitar os perigos da arrogância e da vaidade, os Padres do Deserto mantinham perto de si a dolorosa consciência dos seus fracassos e lembravam constantemente do fim inevitável da sua vida no plano físico. Estes exercícios faziam parte da disciplina diária.
 
A prática do pranto e das lágrimas era um instrumento de purificação. Deste modo procuravam manter à distância as diversas formas de autoengano. Isaías de Gaza, também conhecido como Isaías o Solitário, escreveu o seguinte conselho:
 
“Força-te a fazer muita oração com lágrimas (Atos, 20,19); pode ser que Deus tenha piedade de ti (Jeremias, 43, 7) e talvez te liberte do homem velho que pecou (Colossenses, 3,9)”. [3]
 
Neste caso concreto, teosoficamente, Deus é o eu superior do praticante.
 
O teosofista pede perdão pelos seus erros a Atma, Atma-Buddhi, o Cristo Interior, o Mestre Interno, a alma imortal, o seu Pai do Céu. É a esta consciência imortal que o ser externo de carne e osso pertence, na verdade.
 
Ao final da encarnação atual, cada pessoa prestará contas detalhadas pelo que fez ou deixou de fazer ao Cristo Interior, também chamado de Mônada. E é saudável prestar contas a esta consciência sagrada ao final de cada dia que passa. Um novo ciclo de 24 horas é uma outra manifestação do mundo e constitui uma oportunidade renovada para viver melhor.
 
NOTAS:
 
[1] Traduzido da obra “Ascetikón”, Vida y Doctrina de los Padres del Desierto, edición de Miguel Ángel Arrojo, Caparrós Editores, Espanha, 1994, 203 páginas, ver a metade inferior da página 44.
 
[2] Da obra “Ascetikón”, Vida y Doctrina de los Padres del Desierto, Espanha, 1994, ver página 129.
 
[3] Da obra “Ascetikón”, Vida y Doctrina de los Padres del Desierto, Espanha, 1994, ver a metade inferior da página 67.
 
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O artigo “Três Lições de Isaías de Gaza” está disponível nos websites da Loja Independente de Teosofistas desde 27 de maio de 2026. Uma versão inicial dele foi publicada nas páginas 13 a 15 da edição de janeiro de 2026 de “O Teosofista”.
 
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Leia mais:
 
 
 
 
 
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Helena Blavatsky (foto) escreveu estas palavras: “Antes de desejar, faça por merecer”. 
 
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26 de maio de 2026

Nove Vídeos com Carlos Cardoso Aveline

 
A Prática Diária da Teosofia, em Poucas Palavras
 
Loja Independente de Teosofistas


 

1) A Chave da Verdadeira Vitória
 
 
2) Foco: Os Diferentes Níveis da Atenção
 
 
3) As Epidemias de Crime, e Como Evitá-las
 
 
4) O Poder do Amor à Vida
 
 
5) Teosofia e Cristianismo:
A Humildade Nos Protege do Perigo de Cair
 
 
6) Boa Notícia:
Você é Responsável pelo Futuro da Humanidade
 
 
7) Esquecendo Visconde de Cairu:
A Constituição Moral do Meu País
 
 
8) Exercício Prático:
Observando os Modos de Vibração
 
 
9) Assumindo o Compromisso de,
Calmamente, Melhorar a Mim Mesmo a Cada Dia
 
 
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O item “Nove Vídeos com Carlos Cardoso Aveline” está disponível nos websites da Loja Independente de Teosofistas desde 26 de maio de 2026.   
 
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Sugestões de Leitura:
 
 
 
 
* Examine nos websites da LIT a seção temática sobre Cristianismo e Teosofia.
 
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Helena Blavatsky (foto) escreveu estas palavras: “Antes de desejar, faça por merecer”. 
 
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25 de maio de 2026

Oração à Lei da Honestidade

 
Que a Justiça Ocorra Assim na Terra Como no Céu
 
Carlos Cardoso Aveline




Om, shanti.
 
Sigo a voz da minha consciência, e emito um mantra que é oração.
 
Espero que nas diferentes esferas da vida - grandes e pequenas - a mentira se veja desmascarada e já não consiga resistir ao seu próprio peso.
 
O centro do universo está em todas as partes. Na condição de pequeno grão de areia à beira do Oceano da Vida e da Sabedoria, evoco a Lei universal da justiça.
 
E desejo que a prática da hipocrisia elegante - assim como a prática da hipocrisia deselegante - reúna-se com o seu Carma para ajustarem as contas de uma vez por todas.
 
Quando a luz se ergue, as sombras se afastam e a visão das pessoas precisa adaptar-se à nova realidade - ou elas já não enxergarão coisa alguma.
 
A evolução humana é dinâmica.
 
Que a safadeza consiga, afinal, derrotar a si mesma, e a desonestidade colha o que plantou.
 
Que todo sentimento de ódio exploda a si próprio, para que os justos possam viver em paz, para que os sinceros façam a colheita do que semearam, as famílias tenham harmonia, a boa vontade domine outra vez, e as crianças possam nascer e viver num mundo melhor.
 
Que os seres humanos aprendam a educar a si mesmos e uns aos outros no caminho do autorrespeito. Que avancem pela trilha do autoconhecimento e da autorresponsabilidade, e consigam fortalecer a sua coragem de ser altruístas.
 
A Lei da Honestidade é a Lei do Carma e não falha. É tão eterna quanto a lei da renovação da vida. No entanto, parece invisível para os ingênuos e os desinformados.
 
Que cada um possa no momento correto enxergar e obedecer conscientemente a esta Lei Una, que é também a Lei da Harmonia, e da felicidade. 
 
Om, shanti, om. Paz.
 
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AOração à Lei da Honestidade” está disponível nos websites da Loja Independente de Teosofistas desde 24 de maio de 2026, e pode ser praticada em grupo ou individualmente.
 
Uma versão inicial do texto acima foi publicada nas páginas 1-2 da edição de maio de 2025 de “O Teosofista” sob o título de “Assim na Terra Como no Céu - Pequena Oração à Lei da Honestidade”.
 
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Helena Blavatsky (foto) escreveu estas palavras: “Antes de desejar, faça por merecer”. 
 
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21 de maio de 2026

As Sete Idades do Homem


 
 
 
Nota Editorial:
 
Numerosos estudantes de filosofia esotérica afirmam que o ator inglês William Shakespeare na verdade apenas emprestou seu nome, concordando em aparecer como autor das numerosas peças escritas pelo pensador e estadista Francis Bacon, profundo conhecedor da tradição esotérica. O norte-americano Manly P. Hall e a inglesa Jean Overton Fuller estão entre os que apresentam evidências a respeito. A controvérsia é mencionada de passagem nas Cartas dos Mahatmas.
 
As peças de Shakespeare foram escritas em versos, mas, nesta tradução para o português coloquial, abandono a ideia de rimas.
 
O trecho a seguir, da comédia “As You Like It” (“Como Você Quiser”), é um exercício irônico de meditação sobre a passagem da vida humana. Constitui um estímulo para que não percamos muito tempo com o eu inferior - a casca - e busquemos ampliar o contato com nosso eu superior, Atma-Buddhi, a alma imortal.
 
O trecho pertence à Cena Sete do Ato II.  Poucas falas antes, um personagem da comédia afirma:
 
“Agora são dez horas e você pode ver como o mundo oscila; há uma hora eram nove, dentro de uma hora serão onze; a cada hora que passa nós amadurecemos; a cada hora apodrecemos; nisso há toda uma história.”
 
O pessimismo em Shakespeare é aparente. A lição prática manda viver com plena atenção cada instante da vida.
 
(Carlos Cardoso Aveline)
 
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As Sete Idades do Homem
 
William Shakespeare
 
O mundo inteiro é um palco,
E todos os homens e mulheres são meros atores:
Eles têm suas saídas e suas entradas;
E um homem cumpre em seu tempo muitos papéis.
Seus atos se distribuem por sete idades. No início a criança
Choraminga e regurgita nos braços da mãe.
E mais tarde o garoto se queixa com sua mochila,
E seu rosto iluminado pela manhã, arrastando-se como uma lesma
Sem vontade de ir à escola. E então, o apaixonado,
Suspirando como um forno, com uma balada aflita,
Feita para os olhos da sua amada.  Depois o soldado,
Cheio de juramentos estranhos, com a barba de um leopardo,
Zeloso de sua honra, rápido e súbito na briga,
Buscando a bolha ilusória da reputação
Até mesmo na boca de um canhão. E então vem a justiça,
Com uma grande barriga arredondada pelo consumo de frangos gordos,
Com olhos severos e barba bem cortada,
Cheio de aforismos sábios e argumentos modernos.
E deste modo ele cumpre seu papel. A sexta idade o introduz
Na pobre situação de velho bobo de chinelos,
Com óculos no nariz e a bolsa do lado,
Suas calças estreitas guardadas, o mundo demasiado largo para elas,
Suas canelas encolhidas, e sua grande voz masculina
Quebrando-se e voltando-se outra vez para os sons agudos,
Os sopros e assobios da infância.  A última cena de todas,
Que termina sua estranha e acidentada história,
É a segunda infância e o mero esquecimento,
Sem dentes, sem mais visão, sem gosto, sem coisa alguma.
 
[ “As You Like It”, Ato II, Cena VII, em “The Complete Works of William Shakespeare”, Edited by  W. J. Craig, M.A., Magpie Books, London, 1992, 1142 pp. ]
 
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O artigo acima está disponível nos websites da Loja Independente de Teosofistas desde 21 de maio de 2026.
 
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Helena Blavatsky (foto) escreveu estas palavras: “Antes de desejar, faça por merecer”. 
 
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19 de maio de 2026

Marquês de Maricá e a Teosofia

 
A Obra do Filósofo Brasileiro Tem Uma
Sabedoria em Comum com ‘A Doutrina Secreta’
 
Carlos Cardoso Aveline


 

A sabedoria primordial
esteve presente nas primeiras
décadas do Brasil Independente,
e constitui uma chave para o futuro.
 
 
 
O filósofo brasileiro Marquês de Maricá morreu no Rio de Janeiro em 1848, exatamente quatro décadas antes de Helena P. Blavatsky publicar “A Doutrina Secreta”, em Londres, em 1888.
 
No entanto, podemos encontrar nos escritos do Marquês ideias e visões clássicas presentes na obra “A Doutrina Secreta” e outros escritos de HPB. Isso é possível devido ao caráter primordial da sabedoria estudada por Blavatsky.
 
A filosofia esotérica que está na base da teosofia moderna é bem mais antiga do que se possa imaginar. É inclusive anterior à nossa humanidade atual, e este fato está bem documentado. A Bíblia judaico-cristã ensina que a Sabedoria é mais antiga que o planeta Terra tal como o conhecemos hoje.
 
Vejamos um exemplo do que diz pioneiramente o Marquês de Maricá na década de 1840:
 
“Os sábios são sintéticos, descobrem um universo guarnecido de inumeráveis mundos, um sistema geral compreendendo infinitos sistemas parciais, finalmente um Ser ou unidade de natureza eterna e incompreensível, animando, vivificando, e racionalizando este todo portentoso com a sua existência, presença e assombrosa sabedoria.” [1]
 
Se Blavatsky tivesse citado estas palavras do brasileiro em “A Doutrina Secreta”, a citação teria ficado incluída de maneira perfeitamente correta naquela obra monumental. O Marquês foi um brilhante precursor da ética e da doutrina teosófica ensinadas por HPB.
 
Seleciono a seguir outros exemplos da presença da doutrina secreta antiga nas páginas escritas pelo Marquês.
 
* “O Universo material e moral está de tal maneira impregnado da ação e inspirações da Divindade que os eventos que parecem mais fortuitos têm a sua origem latente nas disposições predeterminadas daquela infinita sabedoria e providência que vela incessantemente no bem, na ordem e perpetuidade do sistema universal.” (Aforismo 1616, p. 164, em Máximas)
 
* “Os homens são verdadeiros prismas orgânicos em que a luz misteriosa da Sabedoria Divina penetrando se refrange e aparece dividida em variados talentos, engenhos e aptidões intelectuais.” (Aforismo 3731, p. 385, em Máximas)
 
* “Nada pode suceder no Universo que não esteja compreendido no sistema geral da ordem constituída pela Infinita Sabedoria de Deus na criação universal: devemos portanto resignar-nos com a sua Divina Vontade na ocorrência de quaisquer fenômenos e acontecimentos que pareçam contrários ao nosso cômodo ou felicidade na consideração de que são vagos e fortuitos, mas predeterminados para o bem geral no sistema assombroso e misterioso do Universo.” (Aforismo 3814, p. 395, em Máximas)
 
* “Como as baleias nos vastos oceanos da Terra, os astros e os mundos são viventes criaturas que se movem pelo oceano imenso do éter celestial.” (Aforismo 4089, p. 427 em Máximas)
 
                Recorte da edição de 1850 das “Máximas”, com o pensamento 3731 da edição de 1850
 
 
* “Tudo no Universo é movimento e ação. Toda a alteração ou mudança ocasiona um fenômeno ou produto novo. Pode portanto dizer-se que tudo, com variedade e novidade, se remoça na criação universal. Tal é a sabedoria infinita do supremo Ente criador de tudo.” (Aforismo 4095, p. 428 em Máximas)
 
* “Que capacidade imensa a da mente divina, compreendendo o ideal de tudo o que existiu, existe e há de existir por toda a eternidade, no espaço infinito e no tempo ilimitado da criação universal!” (Aforismo 4188, p. 438 em Máximas)
 
* “O amor criou o universo, que pelo amor se perpetua.” (Aforismo 706, p. 79 em   Máximas)
 
* “As fábulas e alegorias do Oriente invadiram e conquistaram o Ocidente.” (Aforismo 3173, p. 331 em Máximas)
 
O Grande Geômetra da Imensidade
 
* “Não podemos sair fora da esfera divina, esta compreende a imensidade.” (Aforismo 3194, p. 332 em Máximas)
 
* “O Infinito nos assombra, a Imensidade nos circunda e a Eternidade nos espera!” (Aforismo 1793, p. 180 em Máximas)
 
* “O nosso pensamento, sentindo-se abafado no ar mefítico da Terra, parte, voa, atravessa o éter misterioso das regiões celestes, descobre inumeráveis sóis, mundos sobre mundos, céus sobre céus, e não achando limites ao Universo, adora absorto o seu divino Autor, e se perde na sua imensidade.” (Aforismo 2365 p. 233 em Máximas)
 
* “Quando alcançamos conceber a ideia de um Ser ou Unidade Infinita e misteriosa, compreendendo e animando toda a imensidade, temos chegado à síntese mais sublime a que pode elevar-se o entendimento humano.” (Aforismo 1771, p. 178 em Máximas)
 
* “É dado somente ao Divino Geômetra medir e compreender a Imensidade.” (Aforismo 1795, p. 180 em Máximas)
 
Estas são apenas algumas passagens escolhidas de um livro de grande porte, todo ele amplamente teosófico, constituindo uma das obras mais profundas e místicas da filosofia brasileira de todos os tempos.
 
 
Serão abordadas em outro artigo as correlações entre passagens dos escritos do Marquês e das Cartas dos Mahatmas.
 
NOTA:
 
[1] Do volume “Máximas, Pensamentos e Reflexões do Marquês de Maricá”, Edição Dirigida e Anotada por Sousa da Silveira, Ministério da Educação e Cultura, Rio de Janeiro, 1958, 503 pp., ver página 280, pensamento 2807.
 
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O artigo acima foi publicado nos websites da Loja Independente de Teosofistas no dia 19 de maio de 2026. Ele reúne e passa a limpo parte do material publicado nas páginas 1 a 6 da edição de agosto de 2025 de “O Teosofista”.   
 
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Leia mais:
 
 
* Notas Sobre Reencarnação e Filosofia (Seleção de Trechos dos Escritos do Marquês de Maricá).
 
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Helena Blavatsky (foto) escreveu estas palavras: “Antes de desejar, faça por merecer”. 
 
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