5 de dezembro de 2019

O TEOSOFISTA, Dezembro de 2019





Na página um, o Teosofista de dezembro traz uma reflexão sobre O Despertar do Futuro. Um poema clássico de Natal, escrito por Luís de Camões, está na página dois.

Em seguida temos “O Foco da Consciência e a Capacidade de Perceber”. As páginas quatro e cinco apresentam “O Sentido de Humildade”, do teosofista espanhol Alex Rambla Beltrán.

Estes são outros textos da edição deste mês:

* A Explosão da Luz;
* J.-J. Rousseau e a Vida Secreta da Natureza;
* A Plenitude da Vida Simples;
* A Filosofia da Amêndoa;
* Itens da Agenda do Peregrino;
* Anthony de Mello: a História do Patinho Desajeitado;
* O Segredo da Unidade;
* Ideias ao Longo do Caminho: perceber a unidade da vida e acumular força moral;
* Um Dever Sagrado: fortalecer a vontade e o discernimento;
* Casamento Perfeito: o Ideal da Vida a Dois;
* A Teosofia na Internet e a Vivência do Ensinamento;
* Ensinamentos de um Mahatma - 31, os três autores de “A Doutrina Secreta”; e
* Sete Teses Sobre a Busca do Saber.    

A edição tem 21 páginas e inclui a lista dos itens publicados nas últimas semanas nos websites associados.  

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A coleção completa de “O Teosofista” está disponível nos websites associados.

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O grupo SerAtento oferece um estudo regular da teosofia clássica e intercultural ensinada por Helena Blavatsky (foto). 


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4 de dezembro de 2019

Os Três Amigos do Homem

Preparando-se para o Dia do
Julgamento no Tribunal do Carma

Malba Tahan




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O conto a seguir é reproduzido de
“Lendas do Céu e da Terra”, Malba Tahan,
Ed. Conquista, RJ, 12a. edição, 1956, 222
páginas. Ver pp. 61-62. Acrescentamos notas.

(CCA)

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Era uma vez um homem que tinha três amigos. A todos dedicava grande interesse e não os esquecia um só momento.

Um dia o homem foi chamado a comparecer ao Tribunal, perante o grande Juiz.

Assustado, na incerteza do que poderia acontecer, procurou o primeiro amigo e pediu-lhe auxílio.

- Nada posso fazer em teu favor - respondeu o primeiro amigo. - Pagarei, apenas, as despesas da tua viagem!

O homem recorreu ao segundo. Este lhe disse:

- Tenho muito medo desse Juiz que vai decidir sobre o teu destino. Só posso levar-te, meu caro, até à porta do Tribunal.

Diante do embaraço em que se achava apelou o homem para o último amigo que lhe restava.

O terceiro amigo atendeu sem hesitar ao pedido do homem; acompanhou-o até à presença do Juiz e esforçou-se, com dedicação e carinho, pela sua absolvição.

Sabe quais são os três amigos do homem?

O primeiro é o Dinheiro; o segundo a Família e o terceiro, as Boas Ações.

Quando o homem morre e é levado ao tribunal de Deus [1], o Dinheiro não o acompanha; a Família vai levá-lo até ao cemitério; as Boas Ações é que vão com ele ao Supremo Julgador.[2]

NOTAS:

[1] As inteligências divinas são muitas e não uma só. Portanto não é correto imaginar um deus monoteísta, cuidando individualmente da vida de cada árvore, de cada animal, cada estrela, de cada galáxia e cada ser humano. Há, porém, sem dúvida alguma, uma lei universal. Ao morrer, cada indivíduo passa por um processo de recapitulação ou “julgamento” da encarnação que termina. Esta recapitulação é feita de acordo com a Lei do Carma e define o rumo da alma e a qualidade do pós-morte, que preparará a reencarnação. A duração do intervalo entre duas encarnações varia - salvo exceções - entre 1.000 e 4.000 anos. Leia o artigo O Processo Entre Duas Vidas”. (CCA)

[2] Supremo Julgador: A Alma Espiritual, Atma, Mônada, o Eu Superior, o Eu que Reencarna. (CCA)

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O conto “Os Três Amigos do Homem” foi publicado nos websites associados dia 03 de dezembro de 2019.  

Clique para ler o artigo O Mundo de Malba Tahan”, de Carlos Cardoso Aveline.

Examine um texto dialogado em que Malba Tahan explica como criou sua obraVeja outros contos de Malba Tahan.

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2 de dezembro de 2019

Os Três Obreiros

Trabalhando Numa Construção Sagrada

Malba Tahan


A catedral ortodoxa de São Basílio, em Moscou




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Nota Editorial de 2019:

A história a seguir, de autor desconhecido mas em
versão preparada por Malba Tahan, possui uma clara
dimensão maçônica e teosófica. É reproduzida do volume  
“Lendas do Céu e da Terra”, de Malba Tahan, Ed. Conquista,
Rio de Janeiro, 12a. edição, 1956, 222 pp., ver pp. 13-14.

(CCA)

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Três operários preparavam pedras para a construção de um grande templo.

Aproximei-me do primeiro e perguntei-lhe, fitando-o com simpatia:

- Que estais fazendo, meu amigo?

- Preparo pedras! - respondeu-me secamente.

Encaminhei-me para o segundo, e interroguei-o do mesmo modo.

- Trabalho pelo meu salário! - foi a resposta.

Dirigi-me, então, ao terceiro e fiz a mesma pergunta com que já havia interpelado os outros dois:

- Que estais fazendo, meu amigo?

O operário, fitando-me cheio de alegria, respondeu com entusiasmo.

- Pois não vê? Estou construindo uma catedral.

Reparem, meus amigos, no modo tão diverso como cada operário cumpria o seu dever. O primeiro desobrigava-se de uma tarefa para ele material e grosseira; o segundo não visava senão o dinheiro a receber pelo trabalho e o terceiro contemplava o ideal.

Escravos seremos se, à semelhança do primeiro operário, limitarmos a nossa vida à luta diária.

Entre os ambiciosos nos incluiremos se contemplarmos somente o lucro imediato de nossos esforços.

Felizes serão, porém, aqueles que vivem, lutam e sofrem por um grande ideal.

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O conto acima foi publicado dia 02 de dezembro de 2019 nos websites associados. Clique para ler outros contos e lendas de Malba Tahan.


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O Verdadeiro Poder

Ter uma Força Autêntica Implica
Ausência de Egoísmo e de Vaidade

Carlos A. Vieira



É estranho falar-se em ânsia de poder referindo-se aos buscadores da natureza verdadeira, uma vez que estes indivíduos estão dotados de uma vontade de autossuperação. No entanto, justifica-se em parte este tipo de ânsia, porque a descoberta de determinados conhecimentos e de certas leis, num período de ainda imaturidade psicológica, leva certamente o buscador à tentação do exercício do poder que, no fundo, é uma forma de autoglorificação.

O certo, porém, é que esta forma de autoglorificação é das mais destruidoras, considerando-se que, de um modo geral, implica em domínio sobre e utilização de outros seres, com a finalidade de expansão do ego.

Esta ânsia de poder é tanto mais perniciosa quanto maior o grau de inconsciência do buscador, uma vez que não consegue perceber o alcance de sua ação dominadora.

Também há de se observar que, no fundo, a ânsia de poder manifestada por um sincero buscador, pode ser tão-somente uma má interpretação da ânsia de servir. E esta crença pode conduzir a enganos nefastos.

São clássicas as descrições da tentação de Jesus e de Sidarta. Ambos vitoriosos no confronto com esta parte da natureza humana, a que anseia o domínio. O problema da tentação do poder está em a criatura acreditar que a raiz do poder está nele, que é ele quem pode algo ou alguma coisa, contra alguém, contra algo ou contra alguma coisa. Em verdade, o único poder real está em permitir que flua através da consciência a vontade superior. Esta manifestação de poder real, no entanto, é sempre exercício do poder de servir. Mesmo quando a aparência de um poder temporal é assumida, muitas inteligências são chamadas a servir nesta tônica, não só para construir, mas também para levar à destruição formas peremptas [1] e sem mais significado na economia cósmica.

Mas este tipo de poder é raro, visto que implica ausência de egoísmo, de vaidade, de autoglorificação. É uma tônica de difícil interpretação e execução.

Porém deve ser exercido o poder, sobretudo por inteligências esclarecidas pela luz da razão maior e pela extrema compaixão, a fim de que certos parágrafos e alíneas da grande lei sejam cumpridos.

NOTA:

[1] Perempta: sem vida, sem efeito. (CCA)

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O artigo acima foi publicado nos websites associados dia 02 de dezembro de 2019, tendo sido reproduzido do livro “Passos no Caminho do Autoconhecimento e da Auto-realização”, de Carlos A. Vieira, Thot Livraria e Editora Esotérica, Brasília-DF, 1987, 64 pp., ver pp. 47-50. Título original: “A Ânsia de Poder”. A ortografia foi atualizada.

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Veja “Lições dos Judeus Sobre Humildade”, de Malba Tahan.

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A Humanidade Derrota o Nazismo

Uma Filosofia de Respeito
Pela Vida e por Todos os Povos


Carlos Cardoso Aveline


Winston Churchill, o primeiro-ministro inglês,
cumpriu um papel decisivo na segunda guerra




De vez em quando chegam aos teosofistas perguntas sobre como a filosofia esotérica autêntica vê fenômenos como o nazismo, o fascismo e outras formas de crime contra a humanidade.

Estes dois artigos esclarecem a questão:



Mas é preciso levar em conta o fato de que plágio e roubo de ideias sagradas são cometidos por criminosos. Este artigo, de Joaquim Soares, esclarece como a cruz suástica, símbolo da sabedoria oriental, foi usada por inimigos da humanidade:


Disfarçando suas intenções, apoiados pelo Vaticano e usando uma grande máquina de propaganda, Hitler, Mussolini e outros delinquentes destruíram a maior parte da Europa.

Por outro lado, o movimento teosófico esteve sempre ligado aos Estados Unidos, à Índia e à Inglaterra, desde o seu nascimento. Não ficou nem um pouco neutro no processo, mas partilhou o destino e a vitória dos democratas sinceros, conforme mostra o seguinte artigo:


O movimento teosófico tem a satisfação e o privilégio de promulgar uma filosofia do respeito à vida. A sua visão de futuro é humanista e fraterna, como se pode ver neste artigo:


A filosofia esotérica de Helena Blavatsky propõe a harmonia entre todas as nações e etnias, e ensina o completo respeito pelos direitos e tradições de cada uma delas.

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O artigo acima foi publicado nos websites associados no dia 02 de dezembro de 2019.

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