10 de março de 2026

O Anel de Sinete de H.P. Blavatsky


A História do Anel, Ampliada
Com Notas, Mostra Por Que os
Teosofistas Precisam Ser Honestos 
 
Radha Burnier
(Presidente internacional da ST de Adyar de 1980 a 2013)
 
Radha Burnier (1923-2013) e a imagem gravada no anel de sinete HPB



Durante as minhas viagens e com frequência durante as Convenções Internacionais [da Sociedade Teosófica de Adyar] uma ou outra pessoa pergunta sobre “o anel de HPB”, e se ele pode ser visto. A história do anel de sinete [1] de HPB foi contada pelo ex-presidente [da ST de Adyar] C. Jinarajadasa, que a ouviu da sra. Francesca Arundale. Foi publicada na edição especial de The Theosophist de agosto de 1931, o número do Centenário de HPB.

Quando HPB estava vivendo na casa da srta. Arundale e de sua mãe, em 1884, ela quis ter um anel de sinete feito de acordo com um desenho definido por ela mesma, e a srta. Arundale encomendou a feitura do anel. Era de uma pedra ágata verde escura, quase preta [2], tendo gravado o duplo triângulo do símbolo do [movimento] teosófico e a palavra sat escrita no alfabeto Devanagari. Sat significa “Verdade” em sânscrito. Ao mesmo tempo, com autorização de HPB, a srta. Arundale mandou fazer um anel semelhante para si mesma. Mas havia uma diferença: o carimbo de HPB estava num pesado anel de ouro, colocado sobre uma estrutura oval com uma dobradiça e uma tampa cobrindo um medalhão, logo abaixo.

A cópia deste anel, feita para a srta. Arundale, era mais leve e não tinha a tampa giratória nem o medalhão. Jinarajadasa diz que HPB usou o seu anel desde 1884 até o dia da sua morte, despois do qual ele passou, de acordo com a sua vontade, para Annie Besant. A dra. Besant sempre usava o anel, no dedo indicador da mão direita.

A sra. Arundale, também, usava sempre o seu anel, e quando ela morreu, segundo nos contaram, ela o passou para o seu sobrinho G.S. Arundale [3], que o entregou como presente para os Arquivos da Escola Esotérica. Foi este o anel que o Irmão Jinarajadasa colocou no dedo de N. Sri Ram na sessão inaugural depois que este foi eleito Presidente. Muitos membros conhecem a fotografia que registrou a ocasião. O anel passou depois para John Coats quando ele se tornou presidente [da Sociedade Teosófica de Adyar] e está agora comigo. Seria mais correto, portanto, referir-se a ele como anel presidencial, ao invés de “anel de HPB”.  

Quando Annie Besant morreu, George Arundale, que era o seu legatário e se tornou presidente da ST, adquiriu o anel de HPB. Com a morte dele, [sua esposa] Rukmini Devi ficou de posse de todos os seus bens e documentos, e não se sabe o que aconteceu com o anel de HPB, nem quem ficou com ele após a morte de Rukmini Devi.

Estranhamente, os dois anéis especialmente associados a HPB desapareceram do acervo histórico da Sociedade Teosófica [de Adyar].

A origem do outro anel, “o Anel da Rosa”, é descrita pelo coronel Olcott em seu diário Old Diary Leaves [TPH, Primeira Série, pp. 93-97, e, em português, “Raízes do Oculto”, Ed. Ibrasa, SP, 1983, pp. 72-77], e vamos resumir aqui o seu relato. Depois de uma visita à sra. Mary Baker Thayer, de Boston, conhecida como “a médium das flores” porque em sua presença choviam flores, o coronel Olcott passou a HPB uma bonita rosa, semiaberta, mandada pela sra. Thayer “como um presente dos espíritos”. Quando HPB segurou a rosa em sua mão e aspirou o seu perfume, ela tinha aquele olhar distante associado com fenômenos ocultos. Neste momento, o dono da casa, sr. Charles Houghton, um advogado, entrou e pediu para olhar a rosa. Quando HPB passou a ele a rosa, ele subitamente disse, “Como ela é pesada! Nunca vi uma flor como esta. Veja, o seu peso faz com que ela se incline na direção do caule!” Quando ele deu a flor a Olcott para que a visse, HPB exclamou: 

“Tenha cuidado, não o quebre!”

Um ponto de luz apareceu no centro da rosa e saltou dela um pesado, completo, anel de ouro. A rosa imediatamente endireitou-se. Uma noite, um ano e meio mais tarde, a srta. W.H. Mitchell, irmã de Olcott, veio fazer uma visita e quis ver o anel. Depois de olhar para ele, ela esticou o braço com ele na palma da mão, para devolvê-lo a HPB. Em vez de pegar o anel,
H.P. Blavatsky fechou brevemente os dedos da srta. Mitchell em torno do anel. Ao abrir a mão, a srta. Mitchell e todos os presentes viram que três pequenos diamantes, formando um triângulo, estavam agora no que antes era um anel de ouro simples. Este anel perdeu-se em torno de 1979. [4]

No dia 12 de outubro de 1979 foi informado em uma reunião do Comitê Executivo presidida pelo sr. John Coats, presidente da Sociedade Teosófica [de Adyar]: 

“Dois itens foram roubados do armário na Sala da dra. Annie Besant, usado para guardar alguns objetos históricos associados com a Sra. Blavatsky. Dois ou três anos antes, a Medalha Subba Row, dada à sra. Blavatsky, havia desaparecido. Cerca de duas semanas antes da reunião do Comitê Executivo, foi descoberto que o Anel da Rosa havia desaparecido também. Como o armário não era aberto havia mais de um ano, não se sabia exatamente quando o anel foi tirado. A questão havia sido levada à polícia, e uma investigação estava sendo feita.
Desde então, todos os outros itens daquele armário foram colocados em um armário Godrej (de aço) fixo na parede, no Departamento de Arquivos.”

Na ata de uma reunião posterior do Comitê executivo, realizada em 20 de novembro de 1979 e dirigida também pelo presidente John Coats, foi relatado:

“… A polícia está examinando os arquivos de casas de leilão, em busca de informação sobre o Anel da Rosa. O Gerente Geral deve confirmar que uma fotografia do anel foi publicada no boletim da polícia. Um fac-símile da Medalha Subba Row, que havia sido oferecida a HPB, será feito na sede da ST na América do Norte, em Wheaton, onde são guardadas várias medalhas em branco, e o fac-símile será trazido para Adyar.”

Aparentemente o destino não quis que a Sociedade mantivesse nenhum destes objetos especiais [5], nem o anel de HPB com uma tampa cobrindo um medalhão.

NOTAS DE “O TEOSOFISTA” EM 2024:
                                               
[1] Usado há milhares de anos por reis e líderes espirituais, o anel de sinete é um símbolo da posição de poder daquele que o possui, e, além de ser usado em um dedo, funciona como pequeno carimbo para lacrar envelopes com mensagens escritas, usando uma cera vermelha especial (o lacre). (CCA)

[2] Estas são algumas fatias de pedras ágata verde, semelhantes às que pertencem às bibliotecas da Loja Independente de Teosofistas:



As pedras ágata têm várias propriedades ocultas, e afirma-se que protegem as pessoas honestas que as possuem. Em Ísis Sem Véu (Ed. Pensamento, volume IV, pp. 216-217), HPB revela que ela tinha consigo um talismã que “era uma simples ágata ou cornalina”. Um dos nomes históricos da cornalina é precisamente “ágata carneola”, e outro nome histórico é apenas carneola. O talismã tinha um triângulo gravado nele, dentro do qual estavam gravadas algumas palavras místicas. Ver o talismã foi o suficiente para alguns místicos notáveis decidirem imediatamente que ajudariam HPB em qualquer coisa que ela precisasse. Cabe registrar, no entanto, que o talismã de “ágata ou cornalina” não era o anel de ágata verde, cujo histórico é abordado por Radha Burnier no presente texto. (CCA)

[3] George S. Arundale foi eleito e assumiu a presidência internacional da Sociedade de Adyar em 1934. (CCA)

[4] Esta é a foto do “anel da flor”:



Foi publicada por H.S. Olcott na p. 96 de “Old Diary Leaves” (TPH), primeira série. (CCA)

[5] A frase final do artigo é reveladora. Estes roubos de objetos sagrados na sede internacional da Sociedade de Adyar tiraram mais ainda, daquele local, o sentimento do sagrado e a confiança mútua que são necessários para um trabalho teosófico verdadeiro. Neste, como em outros assuntos, Radha Burnier foi franca e honesta. A palavra SAT, VERDADE, gravada no anel de HPB, está lá por uma forte razão. Se trata de um compromisso inevitável. E não se refere apenas à verdade absoluta universal. Afirma a necessidade de absoluta sinceridade e boa vontade em todas as coisas, na vida teosófica. O distanciamento entre a Ética e Adyar começou durante a vida de HPB. A sra. Blavatsky foi forçada a abandonar Adyar durante a década de 1880 e teve de recomeçar o seu trabalho a partir da Inglaterra. Desde 1891, a distância entre a verdadeira teosofia e a Sociedade de Adyar tem sido sempre bastante grande, com algumas exceções aqui e ali. No seu artigo “Por Que Não Volto à Índia”, Blavatsky admitiu: “... E tampouco posso - se eu quiser ser fiel ao meu compromisso e aos meus votos de vida inteira - viver na Sede Geral da qual os Mestres e o espírito Deles foram virtualmente banidos. A presença dos Seus retratos não ajudará. Eles são letra morta.” HPB sabia que a Lei do Carma não pode ser cancelada jamais. Cada erro é completamente corrigido, e compensado, no seu devido tempo. (CCA)

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Nota Editorial Final:

* Nascida em 1923, Radha Burnier presidiu a Sociedade Teosófica de Adyar durante 33 anos, desde 1980 até 2013. 

* Mais informação sobre os anéis de HPB pode ser encontrada no livro “The Judge Case”, de Ernest E. Pelletier, Edmonton Theosophical Society, Canadá, 2004, Parte I, p. 323 (a influência oculta do anel de ágata ajuda William Judge), e Parte II, pp. 115 até 119.

* Henry Cornelius Agrippa discute o assunto dos anéis mágicos na obra “Three Books of Occult Philosophy”, Kessinger Publishing Co., EUA, 288 pp., capítulo XLVII, pp. 141-143.

(CCA)

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O artigo acima está disponível nos websites da Loja Independente de Teosofistas desde o
dia 10 de março de 2026. Ele foi traduzido por CCA da revista “The Theosophist”, Adyar, Índia, edição de junho de 2001, pp. 368-369. Faz parte da seção editorial intitulada “On the Watch-Tower”. Notas explicativas foram acrescentadas. Foi publicado também, com notas, na edição de fevereiro de 2024 de “The Aquarian Theosophist”, e na edição do mesmo mês de “O Teosofista”, pp. 1-5.

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Leia mais: 





* Bispo Católico Visita Plantações em Marte (Viagens Espaciais de um Sacerdote Desorientado).


* Do Ritualismo Para a Raja Ioga (texto de um Mahatma dos Himalaias).

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Vídeos curtos e claros sobre Teosofia no YouTube:





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Helena Blavatsky (foto) escreveu estas palavras: “Antes de desejar, faça por merecer”. 

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3 de março de 2026

Os Quatro Vilões da Tecnologia

 
E Alguns Exemplos do Que
Se Deve Fazer Diante Deles
 
Carlos Cardoso Aveline
  
O convívio direto com a natureza é um fator fundamental. 



Em seu livro “Sem Limites”, Jim Kwik identifica quatro vilões ou fatores negativos que prejudicam a capacidade humana de pensar. 

Segundo ele, os principais malfeitores do mundo online são os seguintes:

1) O dilúvio digital - o excesso de quantidade de informações, que ninguém consegue processar, mas entra por um ouvido e sai pelo outro.

2) A distração digital - a constante interrupção de tudo o que fazemos devido à interferência enlouquecida de aparelhos criados aparentemente “para facilitar nossa vida”.

3) A demência digital - a redução das capacidades cognitivas do cidadão devido ao convívio excessivo com a tecnologia que, supostamente, “pensa pelas pessoas para que elas não precisem pensar”.

4) A dedução digital - o hábito de formar opinião e tomar decisões com base em pesquisas feitas através de motores de busca na internet. Esta dependência psicológica, na prática, transfere para os supercomputadores as funções da consciência individual, que deveria ter independência.

Fica claro para o leitor que os fatores negativos indicados por Kwik resultam da adoração do dinheiro, da falta de valores morais, e da radicalização do uso de propaganda, entre outras formas de manipulação mental dos povos.  

Jim Kwik acrescenta:

“Tal como [a descoberta do] fogo, a [chegada da] tecnologia alterou o rumo da história humana. Porém, o fogo tanto pode cozinhar-nos os alimentos como incendiar-nos a casa - tudo depende de como o usemos. À semelhança de qualquer ferramenta, a tecnologia em si mesma não é boa ou má, mas temos de controlar conscientemente a forma como é usada. Se não o fizermos, quem passa a ser a ferramenta? Cabe-lhe a si escolher como interage.” [1]

Em seguida Jim coloca uma questão básica:

* Dos quatro vilões digitais, qual é o que perturba mais você, dificultando o seu desempenho, a produtividade e a paz?

A pergunta é importante, porque o pensamento desligado da prática não é pensamento. A filosofia que não se mostra na vida diária não é filosofia. Na tranquilidade do silêncio, o pensamento se encontra com a ação.

Preservando o Bom Senso

“Quando foi a última vez que você teve de se lembrar do número de telefone de alguém?” - pergunta Jim Kwik, para em seguida acrescentar: “Com ferramentas como o GPS [e o telefone, o Google, etc.], não damos à mente a oportunidade de trabalhar. Dependemos da tecnologia para que memorize as coisas por nós. O neurocientista Manfred Spitzer usa o termo ‘demência digital’ para descrever como o uso excessivo de tecnologia digital resulta na destruição de capacidades cognitivas. Ele argumenta que as vias neuronais da memória a curto prazo começam a deteriorar-se por falta de uso se abusarmos da tecnologia.”

A cada página da sua obra Jim aponta uma ação prática. Ele diz, por exemplo:

“Vá às definições de notificações do seu telemóvel (telefone celular) e desligue todos os apitos e sinais desnecessários que distraem. Faça-o já.” [2]

E a teosofia completa:

“Conviva mais com as árvores e a natureza. Leia livros em papel. Converse com seus amigos sobre o caminho da sabedoria. Trabalhe por uma causa nobre.”

Jim Kwik defende a tese de que o potencial da mente humana não tem limites, mas deve ser preservado e desenvolvido pela vontade própria de cada indivíduo. Citando Michio Kaku, ele escreve à p. 64:

“O cérebro humano tem 100 mil milhões de neurônios, e cada um está ligado a outros 10 mil. Sobre os seus ombros encontra-se o objeto mais complicado do universo conhecido”.

Diante da influência crescente das máquinas sobre a vida humana, um dos nossos deveres básicos é tomar medidas práticas para preservar a nossa independência como almas, para expandir e fortalecer a nossa vida interior e espiritual, e usar a tecnologia sem ser controlado por ela. Esta vitória deve ser garantida um dia de cada vez, e para chegar a ela é necessário o fortalecimento da nossa vontade interior. 

NOTAS:

[1] “Sem Limites”, Jim Kwik, Ed. Lua de Papel, Portugal, 2020, 414 pp., ver pp. 62-63.

[2] Reunimos neste trecho fragmentos tirados das páginas 55 e 56 da obra “Sem Limites”, de Jim Kwik, Editora Lua de Papel, Portugal.

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O texto acima está disponível nos websites da Loja Independente de Teosofistas desde 03 de março de 2026.  Uma versão anterior dele faz parte da edição de outubro de 2022 de “O Teosofista”, páginas 2-3. 

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Leia mais:







* Do Ritualismo Para a Raja Ioga (texto de um Mahatma dos Himalaias).

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Helena Blavatsky (foto) escreveu estas palavras: “Antes de desejar, faça por merecer”. 

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24 de fevereiro de 2026

A Força Magnética da Vontade

Uma Vontade Consciente Produz Fatos
Tanto no Plano Sutil Como no Plano Físico
 
Helena P. Blavatsky
 




Através de uma determinada concentração da vontade, um objeto de outro modo inerte pode ser impregnado de um poder protetor ou destrutivo de acordo com o objetivo que se tem em vista.

Uma emanação magnética, produzida inconscientemente, é seguramente vencida por uma emanação mais enérgica com a qual entra em choque. Mas quando uma vontade inteligente e poderosa dirige a força cega, e a concentra num dado ponto, a emanação mais fraca dominará com frequência a mais forte. [1] Uma vontade humana tem o mesmo efeito sobre o akasha.

Certa feita, testemunhamos em Bengala uma exibição de força de vontade que ilustra um aspecto altamente interessante do assunto. Um adepto de Magia fez alguns passes sobre uma peça de estanho comum, o interior de uma marmita, que estava à sua frente, e, olhando-a atentamente durante uns poucos minutos, ele parecia recolher o fluido imponderável aos punhados e lançá-lo sobre a sua superfície. Quando o estanho foi exposto à plena luz do dia durante seis segundos, a superfície brilhante foi coberta  imediatamente como se houvesse uma película sobre ela. Em seguida, manchas de uma cor escura começaram a surgir sobre a superfície da peça; e quando, cerca de três minutos depois, o estanho nos foi entregue, encontramos impressa sobre ela uma pintura, ou melhor, uma fotografia da paisagem que se estendia à nossa frente; exatamente parecida com a própria Natureza, e de colorido perfeito. Ela permaneceu por cerca de oito horas e então lentamente se esvaneceu.

Esse fenômeno explica-se facilmente. A vontade do adepto condensou sobre o estanho uma película  de akasha que o transformou durante algum tempo numa chapa fotográfica sensibilizada. A luz fez o resto.

Uma exibição como essa do poder da vontade para produzir resultados físicos preparará o estudante para compreender a sua eficácia na cura de doenças, comunicando a virtude desejada a objetos inanimados que são colocados em contato com o paciente. Quando vemos psicólogos como Maudsley [2] citando sem serem questionados histórias de algumas curas miraculosas efetuadas pelo pai de Swedenborg - histórias que não diferem de centenas de outras curas feitas por outros “fanáticos” - como ele os chama -, mágicos e curadores naturais, e, sem tentar explicar seus atos, rindo-se às gargalhadas diante da sinceridade da sua fé, sem se perguntar se o segredo desse poder curador não se acha no controle dado pela fé sobre as forças ocultas, deploramos que haja tanto saber, e tão pouca filosofia, em nosso século.

NOTAS:

[1] Isto é: o ponto decisivo está em usar com eficiência a força que se tem, seja ela muita ou pouca. A concentração das energias, e o seu uso correto, fazem a diferença. (Nota de CCA em 2025)

[2] Henry Maudsley, Body and Mind, Parte II, Ensaio sobre Swedenborg. (Nota de HPB)

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O texto acima está disponível nos websites da Loja Independente de Teosofistas desde 24 de fevereiro de 2026.  Ele faz parte também da edição de janeiro de 2025 de “O Teosofista”, pp. 4-5. 

O artigo é reproduzido da obra “Ísis Sem Véu”, de Helena P. Blavatsky, Ed. Pensamento, SP, edição em quatro volumes, ver volume II, p. 156. A tradução foi revisada conforme o original em inglês. Veja as páginas pp. 463-464 em Isis Unveiled, Volume I. (CCA)

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Leia mais:







* Do Ritualismo Para a Raja Ioga (texto de um Mahatma dos Himalaias)

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Vídeos curtos e claros sobre Teosofia no YouTube:





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Helena Blavatsky (foto) escreveu estas palavras: “Antes de desejar, faça por merecer”. 

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20 de fevereiro de 2026

O Teosofista - Fevereiro de 2026

 




O Teosofista de fevereiro começa com o artigo “O Que Você Vê ao Seu Redor Revela Quem Você é”. O ponto de vista desde o qual olhamos para a vida diz muito sobre o nosso caráter.   

Na página dois, vemos “A Ponte Invisível Entre Céu e Terra”: uma linha vertical de consciência lúcida. A página quatro apresenta “Exercício Prático na Disciplina Diária: Uma Presença Divina a Seu Lado”.

O artigo “O Deserto Interior e o Mundo Divino”, de Joana Maria Ferreira de Pinho, começa à página cinco e aborda a prática espiritual pioneira dos Padres do Egito.

Outros assuntos de fevereiro:

* Economizando Tempo e Energia Agora Mesmo.

* A Força de Vontade Define o Êxito - o peregrino necessita estar preparado para enfrentar os desafios da caminhada. Artigo de Silvia Caetano de Almeida.

* A Paz no Meio do Caos: O Segredo.

* A Vontade, o Vazio e a Vitória - conforme a meta, assim será o resultado.

* Netuno em Áries, um Novo Ciclo - a energia da transcendência. Um artigo de Arnalene Passos do Carmo.

* Discernimento, Desapego e Boa Vontade.
           
* Renunciar Produz a Vitória - a abstenção abre espaço para a obtenção.

* Ideias ao Longo do Caminho - Cinco Transcrições de Vídeos Sobre a Prática Diária da Teosofia.

Com 27 páginas, o Teosofista inclui a lista dos itens publicados recentemente nos websites da LIT.



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A edição acima foi publicada no dia 20 de fevereiro de 2026.

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A coleção completa de “O Teosofista” está disponível nos websites associados.

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Helena Blavatsky (foto) escreveu estas palavras: “Antes de desejar, faça por merecer”.

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