28 de outubro de 2016

As Civilizações

Pequeno Poema Sobre os Ciclos da Evolução

Mário Quintana

O poeta Mário Quintana (1906-1994)

  


As civilizações desabam
por implosão... 
Depois,
como um filme passando às avessas,
elas se erguem em câmara lenta do chão.
Não há de ser nada ...
Os arqueólogos esperam, pacientemente,
A sua ocasião!

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O poema acima foi reproduzido do volume “Quintana de Bolso”, de Mário Quintana, Editora L& PM Pocket, 2009, 164 pp., ver p. 145.    

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