20 de janeiro de 2018

O Povo Deve Fiscalizar os Políticos

Um Alerta à Nação Brasileira, Feito em 1994

Michel Temer




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Nota Editorial de 2018:

O fato de que o artigo a seguir tenha sido
publicado pela primeira vez em 1994 mostra
como a evolução de um povo é um processo lento,
com avanços e recuos. Consolida-se pouco a pouco,
à medida que passam as gerações. Um país não é
 beneficiado  pelo imediatismo ingênuo presente na
opinião pública de curto prazo. A ansiedade provoca
ilusão e intolerância. Produzindo falsas expectativas,
a pressa  abre caminho para a distorção da verdade e
atrapalha mais do que colabora para o bem de um povo. 
Cabe atuar com firmeza, avançando passo a passo.

O artigo “O Povo Deve Fiscalizar os Políticos
é reproduzido do livro “Democracia e Cidadania”,
de Michel Temer, Malheiros Editores Ltda., São
Paulo, 2006, 288 páginas, ver pp. 75-76. O texto foi
publicado em 5 de agosto de 1994 e faz parte também
da edição de agosto de 2016 de “O Teosofista”.

(Carlos Cardoso Aveline)

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As instituições políticas são frágeis? São. Os políticos, frequentemente, se afastam de seus representados? Também é verdade. É possível melhorar a situação? A resposta também é positiva.

O sistema político brasileiro ainda é frágil porque a nossa cultura política está atrelada a vícios do passado e contém elementos de alta negatividade, como o fisiologismo, o compadrismo, o mandonismo e o corporativismo. Os ideais do bem-estar coletivo, nesse contexto, se subordinam a visões individualistas e egocêntricas. E, assim, muitos políticos passam a ver na política uma escada para a expansão de seus negócios.

Se isso é verdade, é verdade também que a qualidade política pode ser aperfeiçoada. E a maneira é bem mais simples do que se supõe: por meio da maior fiscalização dos atos, ações, posturas e compromissos dos representantes do povo e dos Estados. Isso mesmo. O cidadão tem o dever insubstituível de controlar a missão pública que confere, por seu voto, a um parlamentar. O dono do mandato é o povo. Ao parlamentar é delegado o poder de representar o povo. Portanto, o povo precisa controlar a representação que passa.

Essa equação é absolutamente necessária para a melhoria da qualidade política. Se o povo não controla o mandato, o representante tende a se afastar de suas obrigações e a esquecer os seus compromissos. Forma-se uma cadeia de inoperância e descontrole, com a visível perda de eficiência da representação parlamentar. Aos cidadãos impõe-se, portanto, o acompanhamento regular dos atos de seus representantes. Devem cobrar as propostas e examinar se o comportamento do parlamentar, ao longo do mandato, confere com o perfil exibido durante o período eleitoral.

O parlamentar, por sua vez, sentir-se-á obrigado a prestar contas periódicas a seu eleitorado. Buscará os meios mais adequados para tanto, fazendo chegar a seus grupos de eleitores as ações no Congresso, usando os meios de comunicação, próprios ou coletivos, promovendo reuniões em bairros, em cidades, com grupos e lideranças. Ao correr de duas legislaturas, certamente será possível chegar-se a um modelo de maior aproximação entre representante e representado, o que redundará em benefícios para as comunidades.

A democracia repousa sobre a vontade do povo. Seu aperfeiçoamento exige, portanto, participação ativa na vida política. Cobrar do Deputado ou do Senador os seus deveres, exigir que prestem contas de seus atos constituem providências que não podem ser postergadas. Sob pena de continuarmos a conviver com os erros e distorções que separam, cada vez mais, as instituições da sociedade. Chegou a hora do cidadão participar, de modo mais ativo, da vida política nacional.

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Em 14 de setembro de 2016, depois de uma análise da situação do movimento esotérico internacional, um grupo de estudantes decidiu criar a Loja Independente de Teosofistas. Duas das prioridades da LIT são tirar lições práticas do passado e construir um futuro saudável

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O grupo SerAtento oferece um estudo regular da teosofia clássica e intercultural ensinada por Helena Blavatsky (foto). 


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19 de janeiro de 2018

Observando a Rede de Mentiras

Um Exemplo Vivo da
Amarga Sinceridade dos Sábios

Helena P. Blavatsky

Helena P. Blavatsky, uma estátua feita pelo escultor ucraniano Alexey Leonov



Nota Editorial:
A Chave Para Romper o Engano

Cada época e cada país sofrem de certas formas particulares de ilusão e cegueira, que não é possível identificar com facilidade. Por isso cabe expandir a nossa noção de tempo e de espaço para que ela abranja outras eras e diferentes nações.

Um modo eficaz de manter-se relativamente livre das ilusões de hoje consiste em seguir o conselho de Lúcio Sêneca e “falar com” e “ouvir” os maiores pensadores de todas as épocas.

Não há necessidade de permanecer cego.

As obras de Helena Blavatsky e as Cartas dos Mahatmas constituem uma chave para abrir as portas do Tempo e entender corretamente pensadores como Epicteto, Cícero, Marco Aurélio, Plutarco, Musônio Rufo, Leibniz, Spinoza, Francis Hutcheson, Barão Holbach, Immanuel Kant, Ivan Il’in, além de obras como o Talmude, o Dhammapada, os Vedas ou a mitologia antiga de todas as nações - para mencionar apenas alguns exemplos.

Um tal estudo também nos ajuda a trabalhar de modo mais efetivo por um futuro saudável.

(Carlos Cardoso Aveline)

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Observando a Rede de Mentiras

Helena P. Blavatsky

O egoísmo, primogênito da Ignorância, é resultado do ensinamento segundo o qual para cada nova criança que nasce é “criada” uma nova alma, separada e diferente da Alma Universal. Este Egoísmo é o muro intransponível entre o Eu pessoal e a Verdade. É o pai prolífico de todos os vícios humanos.

A Mentira nasce da necessidade de fragmentar, e a Hipocrisia decorre do desejo de esconder a Mentira. É o fungo que cresce e se fortalece com a passagem do tempo em todo coração humano em que consegue devorar os melhores sentimentos.

O Egoísmo mata todo impulso nobre em nossas naturezas, é a única divindade, e não teme a falta de fé nem a deserção dos seus seguidores. Por isso o vemos reinar supremo no mundo e na sociedade governada pela moda. Como resultado, vivemos, nos movemos e temos o nosso ser neste deus da escuridão, em seu aspecto trinitário de Fingimento, Farsa e Falsidade, chamado RESPEITABILIDADE.

Isto é um Fato e uma Verdade, ou será calúnia?

Olhe para qualquer lado que quiser, desde o ponto mais alto da escala social até o nível mais inferior, e encontrará o embuste e a hipocrisia funcionando para benefício do amado Eu, em todas as nações e cada indivíduo. Mas as nações, por um acordo tácito, decidiram que as motivações egoístas em política serão chamadas de “nobre aspiração nacional, patriotismo”, etc.; o cidadão vê a mesma coisa em seu círculo familiar e a chama de “virtude doméstica”. Apesar disso, o Egoísmo nunca pode ser chamado de virtude, seja quando produz um desejo de expansão de território ou de competição no comércio às custas do nosso próximo.

Vemos a fala adocicada ocultando a FALSIDADE e a FORÇA BRUTA, o Jaquim e Boaz [1] de todo o Templo Internacional de Salomão conhecido como Diplomacia, e nós o chamamos pelo seu nome correto. Deveríamos aplaudir o diplomata, só porque ele se inclina humildemente diante destes dois pilares da glória nacional e da política, e coloca em prática diariamente o simbolismo maçônico das palavras “com força [e astúcia] esta minha casa será estabelecida[2], isto é, deveríamos aplaudi-lo, só porque ele busca obter pelo engano o que não poderia obter pela força? A qualificação de um diplomata - destreza ou habilidade em obter vantagens para o seu próprio país às custas de outros países - dificilmente pode ser desenvolvida falando a verdade; mas deve ser buscada através de uma fala enganosa e cheia de astúcia; e, portanto, a revista “Lucifer” [3] qualifica este tipo de ação como uma evidente MENTIRA em andamento.

Mas não é apenas em política que o costume e o egoísmo se uniram para chamar de virtude o fingimento e a mentira, e para recompensar com estátuas públicas aquele que mente melhor.

Todas as classes da sociedade vivem com base na MENTIRA, e seriam despedaçadas sem ela. A aristocracia culta e que teme a Deus e à lei ama tanto o fruto proibido como a classe pobre, e é forçada a mentir da manhã à noite para esconder o que chama de “seus pequenos pecados”, os quais a VERDADE vê como grossa imoralidade. As classes médias são uma rede de falsos sorrisos, conversa falsa e traição mútua. Para a maior parte das pessoas, a religião tornou-se um fino véu dourado que serve para cobrir o cadáver da fé espiritual. 

NOTAS:

[1] “Jaquim e Boaz”, as duas colunas do Templo de Salomão. Os termos significam respectivamente “estabelecer” e “na força”. (CCA)

[2] Isto é, Boaz e Jaquim. (CCA)

[3] O presente artigo é parte de um texto maior, publicado pela primeira vez na revista “Lucifer”, que era editada por HPB. A palavra “Lúcifer” é um termo pré-cristão e designa o planeta Vênus. O termo tem sido distorcido desde a Idade Média por teólogos cristãos mal-informados. (CCA)

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O fragmento “Observando a Rede de Mentiras” é tradução de uma parte do artigo “What Is Truth?”, de HPB. Ver “The Collected Writings”, Helena P. Blavatsky, TPH, Volume IX, pp. 36-37. O artigo completo de Helena Blavatsky em inglês está disponível em nossos websites associados.

O trecho traduzido acima está também na edição de agosto de 2016 de “O Teosofista”, pp. 1-2. A Nota Editorial inicial foi publicada pela primeira vez de modo anônimo na página três da mesma edição.  

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18 de janeiro de 2018

A Bancarrota do Partido dos Trabalhadores

Texto de 2006 Anuncia a Derrota do
Populismo Que Rouba o Dinheiro do Povo

Luciana Genro e Roberto Robaina

Luciana Genro é coautora do livro sobre a falência moral
do PT e militante do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)



Nota Editorial de 2018:

O texto a seguir é uma certeira previsão do fracasso do autoritarismo populista no Brasil, e retrata um momento decisivo na vida da esquerda.

Em 2006, o PSOL ainda denunciava indignado o roubo do dinheiro público promovido pelo Partido dos Trabalhadores. Pouco tempo depois, porém, a voz do bom senso e da honestidade calou-se no PSOL e em outras agrupações marxistas - e desapareceu a capacidade de lutar contra os ladrões que se apresentam como sendo “de esquerda”. 

Embora seja um partido filosoficamente estreito, ingênuo e materialista, o PSOL tem o mérito de, até o ano de 2006, ter mantido uma quantidade importante de idealismo e ética. Estas qualidades podem ser retomadas no futuro. Nada impede que este e outros partidos de esquerda superem suas limitações filosóficas e sua dificuldade de pensar com independência, com ética e realismo, caso tenham a honestidade intelectual suficiente para aprender com os seus erros.  

O fragmento quase profético é reproduzido do livro “A Falência do PT, e a Atualidade da Luta Socialista”, de Luciana Genro e Roberto Robaina, L&PM Editores, Porto Alegre, 2006, 160 pp., pp. 72-73.

(Carlos Cardoso Aveline)

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A Bancarrota do Partido dos Trabalhadores 

Luciana Genro e Roberto Robaina

O ano de 2005 foi palco da mais grave crise que atravessou a República burguesa brasileira desde o golpe militar de 1964. Foi como que um raio fulminante atingindo aquele que foi o maior e mais importante partido de esquerda da América Latina.

O PT, que por vinte anos vangloriou-se de ser diferente dos demais, passou boa parte do ano tentando convencer de que é apenas igual e não pior do que os outros. Prova de que essência e aparência nem sempre coincidem, tal qual o PMDB, a bancarrota do PT foi detonada precisamente no seu auge: no caso do PMDB, depois do Plano Cruzado; no caso do PT, depois da vitória na eleição presidencial de 2002. Aí, teve seu salto de qualidade. O PT chegou à Presidência da República assumindo a ideia de governar com e para o grande capital.

Como se não bastasse, e como desdobramento lógico da opção anterior, aceitou e até reproduziu a expressão presente do capitalismo em sua atual fase de decadência imperialista: o neoliberalismo.

Assim, o caminho da ruína petista foi pavimentado, pois a lógica do governo capitalista, se por um lado significa defender a acumulação das grandes corporações privadas, por outro lado significa atacar os interesses dos trabalhadores assalariados e do povo.

Anunciamos sua bancarrota não tendo como medida a aritmética eleitoral. O partido de Lula terá ainda base eleitoral e tem chances de vencer inúmeras eleições, mas morreu como partido identificado com a transformação estrutural da sociedade brasileira. Já não tem mais na sua base social os setores mais organizados e lutadores da classe trabalhadora e do povo. Com a nova opção de classe plenamente assumida, veio também uma nova moral.

Ao conviver com, e em muitos casos promover, a rapina total do Estado em benefício da acumulação privada, parte de seus dirigentes assumiu a moral capitalista: consumismo, badalação nas rodas da fortuna e enriquecimento pessoal.

A corrupção, tanto os grandes esquemas que envolvem cifras milionárias, bancos, empresas, fundos de pensão, quanto a corrupção miúda - como a land rover do Sílvio Pereira, então secretário-geral do PT - obedecem a esta lógica e a esta moral.

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O texto de Luciana Genro e Roberto Robaina reproduzido acima foi publicado também na edição de julho de 2016 de “O Teosofista”, pp. 6-7.

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Veja em nossos websites associados os artigos “Esquerda, Ética e Fraternidade”, “Marxismo Não Promove o Crime” e “A Ética de Antônio Vieira”.

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Em 14 de setembro de 2016, depois de uma análise da situação do movimento esotérico internacional, um grupo de estudantes decidiu criar a Loja Independente de Teosofistas. Duas das prioridades da LIT são tirar lições práticas do passado e construir um futuro saudável

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17 de janeiro de 2018

O Teosofista - Janeiro de 2018





A edição de janeiro abre com a seguinte ideia:

A Lei é imparcial e devolve a substância produzida ao seu gerador.

Na página um começa o artigo “Construindo a Visão de Futuro”, cujo subtítulo é “Como se Formam as Próximas Etapas da Existência”.

Nas páginas três a seis temos o artigo “Um Trabalho Humano e Divino”, de Joana Maria Pinho. O texto examina o trabalho da Loja Independente. A seguir, o texto de Arnalene Passos do Carmo intitulado “O Espaço do Silêncio: a Paz Interior é um Estado de Espírito”.  A pequena nota “Quando Começa o Estudo” está à página sete. Emanuel Tadeu Machado é autor do artigo “Os Resultados da Ação Altruísta”, que inicia à página oito.

Estes são outros itens da edição:

* “Ensinamentos de um Mahatma - 07, Trechos das Cartas do Mestre de Helena Blavatsky”; 

* Meditando Pelo Despertar do Brasil, link para um artigo cuja ideia é oportuna neste mês de janeiro;  

* Marxismo Não Promove o Crime, um  link para um texto sobre a relação entre a ética e o pensamento político de “esquerda”;

* Jesuítas no Brasil: Não Há Remédio: texto clássico e irônico do escritor Lima Barreto.

Com 17 páginas, a edição inclui a lista dos itens publicados recentemente em nossos websites.



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A coleção completa de “O Teosofista” está disponível em nossos websites associados.

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11 de janeiro de 2018

Oração em Defesa da Minha Alma

Que a Austeridade Me Proteja, e Eu
Possa Ser Honesto Sem Ser Ingênuo

Carlos Cardoso Aveline




Om.

Vivo no território sóbrio da ética.

Sou um com todos, no nível do que é sincero. O fogo do respeito pela verdade me defende.

Nada tenho em comum com quem quer que seja no plano do erro intencional: rejeito vícios, afasto falsidades, elimino impurezas.

Não temo pagar pelos meus erros. Estou em harmonia com todos os seres, enquanto o sentimento é honrado e a intenção, altruísta. Desaprovo o que é indigno.

Compaixão é útil para ajudar alguém a erguer-se. Não serve de desculpa para aderir ao erro. Deixo de lado quem me vê como desonesto ou espera que eu apoie hipocrisia.

O perdão mútuo dos perversos não me interessa. Peço a minha alma que me proteja da maldade em pele de cordeiro, e me ajude a identificar logo o egoísta que me vê como seu colega.

Recuso qualquer cumplicidade com quem opta pelo erro. Faço minhas as palavras de Maimônides: prefiro agradar a uma pessoa inteligente e honesta, desagradando a dez mil tolos, do que fazer o contrário. [1]

Longe de mim o elogio melífluo dos desonestos. Não quero ver espiritualidade onde ela não está. Que a austeridade me proteja, e eu possa ser honesto sem ser ingênuo.

A fraternidade universal pressupõe um coração puro.

Desmascararei serenamente a feiura moral disfarçada de bondade. Procurarei defender a ética. Plantarei o bem. 

Om, Shanti, Paz. Om.

NOTA:

[1] “The Guide for the Perplexed”, Maimonides, Dover Publications, New York, 414 pp., ver p. 09.

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Uma versão inicial do texto acima foi publicada em “O Teosofista”, fevereiro de 2017, páginas 8-9.

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