14 de outubro de 2017

Textos Sobre a Teosofia na Família

Filosofia Esotérica Ajuda  a Construir
Uma Atmosfera Sagrada na Vida Diária

Os Editores




Estes são alguns dos textos do acervo dos nossos websites que abordam diretamente a vida familiar e os deveres pessoais como parte do caminho da sabedoria.

Os itens mais abaixo discutem o eu inferior e a vida emocional do buscador da verdade, vistos como fontes de lições sagradas.

1) Transformar Uma Casa Num Templo:


2) Vida Familiar é um Dever?:


3) A Felicidade na Família Portuguesa:


4) O Amor Sem Violência:


5) Como a Mulher Ilumina o Futuro:


6) Impedir o Filicídio e Respeitar as Crianças:


7) Uma Relação de Aprendizado:


8) Amor, Sexo e Autotranscendência:


9) Quando o Amor é Durável:


10) O Casal Como Centro da Civilização:


11) O Casal do Futuro:


12) O Poder das Crianças:


13) Bom Senso Elimina o Sadomasoquismo:


14) A Arte de Cuidar de Alguém:


15) O Amor Além da Ilusão:


16) O Casal é o Princípio da Vida:


17) Estabelecendo a Paz a Todos os Níveis:


18) Antiga Lenda Celta Sobre Atlântida:


19) Sobre o Aborto: o Feticídio é um Crime?:


20) O Respeito Pelo Eu Inferior:


21) O Eu Inferior como Instrumento:


22) Os Dois Lados da Alma Mortal:


23) Ajuda Mútua e Insignificância Pessoal:


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Além dos links indicados, os textos acima são fáceis de encontrar nas listas de Textos por Ordem Alfabética em nossos vários websites: www.HelenaBlavatsky.net, www.FilosofiaEsoterica.com, www.CarlosCardosoAveline.com e www.AmazoniaTeosofica.com.br.

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O grupo SerAtento oferece um estudo regular da teosofia clássica e intercultural ensinada por Helena Blavatsky (foto). 


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O Casal é o Princípio da Vida

O Amor Verdadeiro é o Conhecimento
Profundo de uma Alma Irmã da Nossa

Farias Brito




A lei do casamento é o amor.

Mas que vem a ser o amor?

Não é a inclinação cega. Esta é quase sempre animal. Por isto têm razão os pais quando se opõem ao casamento de seus filhos, se estes se deixam atrair por falsas aparências de amor, e o que não raro sucede, fascinados por seduções malévolas. E quantos não são realmente iludidos por paixões simuladas, caindo no laço armado pelas mais torpes especulações?

O amor, o amor verdadeiro é o conhecimento profundo de uma alma irmã da nossa; de uma alma que nos seduz por sua beleza, que nos encanta por sua bondade.

Deve vir não como um relâmpago que nos confunde e atordoa; mas como serena manhã que nos acorda de longe, que cresce lentamente, que nos vai sucessivamente iluminando, penetrando-nos, saturando-nos, fibra a fibra, com seu fluido benéfico, e por fim nos inunda com sua claridade. É a contínua experimentação de um coração que nos serve de abrigo.

E deve ter seu principal fundamento no conhecimento, como uma fé que a razão esclarece. Por isto precisa de tempo para avigorar-se. Eis o que é o amor. É o princípio mesmo da vida.

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O texto acima é reproduzido do volume “Inéditos e Dispersos”, de Farias Brito, Editorial Grijalbo, São Paulo, 1966, 550 pp., ver p. 119. Título original: “Fragmento de uma Carta”. O artigo foi também publicado em “O Teosofista”, fevereiro de 2016, pp. 1-2.

Nascido em 1862, o filósofo Farias Brito viveu até janeiro de 1917. Está entre os pensadores brasileiros que observaram a vida desde um ponto de vista elevado e metafísico. Brito transcendeu as religiões dogmáticas e sua obra tem numerosos pontos em comum com a teosofia original.

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13 de outubro de 2017

Vida Familiar é um Dever?

Um Caminho para Descobrir o
Conhecimento Secreto da Teosofia

Carlos Cardoso Aveline




Um leitor escreve sobre as dificuldades que enfrenta em sua vida familiar. À medida que ele avança no estudo da filosofia clássica e da tradição esotérica, a família parece ser uma pesada obrigação.

Os mesmos obstáculos que desafiam esse estudante são enfrentados por milhares de pessoas ao redor do mundo. Cada teosofista encontra cedo ou tarde desafios dolorosos no âmbito das emoções pessoais. Graças a esta circunstância, ele é levado a purificar o seu próprio eu inferior.

Diante dos deveres parentais e outras formas de carma familiar, não há melhor enfoque do que o ensinado por um Mestre de Sabedoria durante o século 19. Quando um discípulo leigo lamentou-se das obrigações morais que tornavam impossível para ele dedicar mais tempo ao estudo da teosofia, o Mahatma escreveu:

“Parece pouco a você que o ano anterior tenha sido empregado apenas em seus ‘deveres familiares’? Não; que melhor causa para recompensa, que melhor disciplina que o cumprimento do dever a cada hora e a cada dia? Creia-me, meu ‘aluno’, o homem ou a mulher que é colocado pelo Carma no meio de deveres, sacrifícios e amabilidades pequenos e definidos irá, através do fiel cumprimento deles, erguer-se à dimensão maior do Dever, do Sacrifício e da Caridade para com toda a humanidade. Que melhor caminho, para a iluminação buscada por você, que a vitória diária sobre o Eu, a perseverança apesar da ausência de progresso psíquico visível, o suportar da má-sorte com aquela serena resistência que a transforma em vantagem espiritual - já que o bem e o mal não podem ser medidos por acontecimentos do plano inferior ou físico?”

Tendo dito isso, o Mestre prosseguiu:

“Não fique desencorajado porque a sua prática cai abaixo das suas expectativas; no entanto, não se satisfaça apenas admitindo isso, já que você claramente reconhece que sua tendência é com demasiada frequência em direção à indolência mental e moral, inclinando-se mais a avançar à deriva com as correntes da vida que a definir seu próprio rumo direto.”

Raramente o estudante consegue ter uma ideia precisa do seu avanço no caminho da sabedoria, e o Mestre afirma:

“Seu progresso espiritual é muito maior do que você sabe ou pode compreender, e você faz bem em acreditar que este desenvolvimento é em si mesmo mais importante que a compreensão dele pela sua consciência do plano físico. Não entrarei agora em outros assuntos, já que estas são algumas linhas de aprovação e reconhecimento dos seus esforços, e de forte estímulo para que você mantenha um estado de espírito calmo e corajoso diante dos acontecimentos externos no presente, e para que tenha esperança no futuro em todos os planos.” [1]

Estas frases merecem ser examinadas.

Um dos principais adversários do peregrino que trilha o caminho teosófico é o hábito cego de rejeitar emocionalmente as tarefas práticas colocadas diante dele pelo Carma.

O Mestre explica que os pequenos deveres, quando são cumpridos corretamente, preparam o caminho para que haja oportunidades maiores. Os obstáculos são formas de autotreinamento generosamente oferecidas pela Vida. Devemos trabalhar de modo impessoal. Ao expressar o amor altruísta do eu superior na existência diária da sua família, o teosofista purifica a humanidade inteira naquilo que depende dele.

NOTA:

[1] “Cartas dos Mahatmas Para A.P. Sinnett”, Ed. Teosófica, Brasília, Vol. II, Carta 123, pp. 269-270.

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Uma versão inicial do texto acima foi publicada na edição de março de 2017 de “O Teosofista”, pp. 6-7. Ele está publicado também em inglês, sob o título de “Is Family Life a Duty?”.

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Em 14 de setembro de 2016, depois de uma análise da situação do movimento esotérico internacional, um grupo de estudantes decidiu criar a Loja Independente de Teosofistas. Duas das prioridades da LIT são tirar lições práticas do passado e construir um futuro saudável

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11 de outubro de 2017

O Teosofista - Outubro de 2017





O pensamento de abertura da edição de outubro afirma:

A terra em que vivemos é um espelho do nosso estado de alma.”

As páginas um e dois apresentam um fragmento de James Rickards sob o título de “Furacões Econômicos e Terremotos Financeiros”.

Em seguida, “Transcendendo o Materialismo Economicista: As Visões Filosóficas da Economia”. À página três, temos um texto de 1938: “O Instinto de Felicidade”, de Raul S. Xavier. Depois, “Agir de Modo Construtivo”.

Estes são outros temas abordados nesta edição:

* O Povo Merece Respeito - Os Meios de Comunicação Já Podem Acordar Para o seu Dever Ético;

* Construindo Uma Civilização Melhor - Campanha Contra Armas Nucleares Ganha o Nobel da Paz de 2017;

* Ken Keys, Jr. - Guerra Atômica Não Tem Ganhador;

* Ideias ao Longo do Caminho - Cabe a Nós Estabelecer o Exemplo das Ações Corretas Que Queremos Ver ao Nosso Redor;

* A Atenção e a Disciplina - a Força Interior da Alma Deve Ser Maior Que a Pressão dos Fatos Externos;

* Ensinamentos de um Mahatma - 04, Trechos das Cartas do Mestre de Helena Blavatsky; e

* António Corrêa D’Oliveira: Dizeres do Povo Luso-Brasileiro.

Com 14 páginas, a edição inclui a lista dos itens publicados recentemente em nossos websites.



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7 de outubro de 2017

O Carma da Mídia, da Arte e da Literatura

Progressos Sociais Verdadeiros Surgem do
Crescimento da Sabedoria na Alma Humana

Carlos Cardoso Aveline




Depois de vários milênios de mudança social constante e incontáveis tentativas de “reformar o mundo” e “fazer revoluções”, começa a chegar a hora de percebermos que só pode haver uma transformação para melhor na sociedade se ela for resultado de um progresso feito nas almas das pessoas, em primeiro lugar.

Quando os seres humanos purificam o estado de suas mentes, passando a ser amigos da ética e da sinceridade, todas as coisas terrestres trilham naturalmente o caminho da cura.

Enquanto os cidadãos fazem o oposto disso e tentam mudar a sociedade sem mudar a si próprios, a mediocridade colhe o que a mediocridade plantou.

O tipo correto de transformação social acontece quando as pessoas pensam em seus deveres, mais do que em seus “direitos”. Porém, cabe lembrar que o comportamento ético ou antiético da população não ocorre por acaso. Ele não obedece ao vento. Ele é guiado em grande parte por uma coisa que se pode chamar de “atmosfera cultural da época”.

A Ação Sutil de Escritores e Líderes

Uma obra fisicamente rara, publicada em 1918 e hoje disponível em nossos websites, examina a poderosa influência dos artistas e escritores sobre o carma humano. [1]

Pensadores e líderes sociais exercem uma ação sutil em larga escala, que ajuda ou atrapalha o equilíbrio moral e a prática da simplicidade voluntária nas populações. Às vezes eles estimulam direta ou indiretamente o crime, a luxúria, a pornografia, a violência, o abuso e a doença da depressão psicológica. Exemplos clássicos de pensamento negativo em literatura podem ser encontrados em algumas obras de F. Dostoievsky ou E. Zola, para mencionar apenas dois nomes clássicos.

No século 21, sentimentos e pensamentos negativos são transmitidos a milhões de pessoas através de jornais e televisão, de arte, música, filmes e pela internet.

A questão da negatividade cultural é decisiva para a qualidade da vida. Assim como há uma saúde física a ser preservada, também existe uma saúde emocional e mental, e elas devem ser defendidas. É provavelmente mais fácil evitar alimentos físicos contaminados do que o veneno emocional e as ilusões mentais. A mídia não é inocente nesta luta. Ela ajuda ou atrapalha a evolução humana.

Cabe ao jornalista e divulgador honesto abrir os olhos e questionar a rotina cega. Cada cidadão deve ser vigilante em relação ao tipo de Arte ou de Jornalismo que admira e estimula.

É verdade que a dimensão dramática da vida faz parte da aventura humana. Por outro lado, o desânimo e o egoísmo obstruem o caminho da paz. Um conhecimento da lei do equilíbrio universal é fonte de bem-estar e felicidade.

A teosofia moderna foi dada ao público amplo durante a última quarta parte do século 19. Desde então a mente humana tornou-se mais forte e mais aguda. Infelizmente, não se pode dizer que no mesmo período a média dos pensamentos e sentimentos humanos se tornou mais pura e mais saudável.

A força do pensamento se expande a cada ano e produz resultados cármicos sempre maiores e mais rápidos. A responsabilidade individual de artistas, professores, escritores, repórteres, editores, líderes políticos, empresários e cidadãos vigilantes cresce na mesma proporção.

Melhorar Aqui e Agora o Carma Humano

Cada um é parte do problema e deve ajudar com a solução, dentro do seu círculo de influência. Os pensamentos criam a realidade, ao longo do tempo. Pensar corretamente é o primeiro e principal instrumento com o qual a humanidade deve construir uma civilização que mereça existir e seja durável.

Toda mediocridade tende a criar mais mediocridade a partir da sua própria “maneira de ser”. Uma manifestação de grandeza de alma também estabelece um padrão a ser seguido.

O espaço e o tempo estão conectados. Mentes estreitas veem acontecimentos estreitos, que duram pouco. A mente que é pequena na dimensão do tempo enxerga pouco na dimensão do espaço.

Mentes que veem acontecimentos de longo prazo têm horizontes amplos, e estes provocam uma expansão da consciência individual na direção do tempo eterno. A duração ilimitada se relaciona com o espaço infinito: o nível da mente que busca a infinitude tende a libertar-se da ignorância.

A afinidade é serena. A sinceridade é calma.

A sedução e o ódio, sentimentos que não resistem a um exame racional, são frequentemente duas caras da mesma moeda falsa. Os dois fatores são fáceis de encontrar em civilizações que já não têm um futuro saudável.

O culto do prazer pelo prazer, estimulado na cultura do materialismo cego, leva à violência gratuita, física e psicológica. A ausência de moderação é uma forma errada de busca da transcendência: a atitude moderada traz o começo da paz.

A crueldade resulta da falta de contato com a alma espiritual e procura usar belas desculpas para parecer legítima. A fraternidade começa nos corações: inclui o desapego, rejeita toda chantagem e manipulação, e não se esconde, porque confia na verdade dos fatos.

A ausência de ações impulsivas produz bom senso. A razão traz o equilíbrio. A justiça é a proporção correta das coisas, e nem sempre necessita de um longo raciocínio para ser compreendida, porque governa intrinsecamente a natureza e o universo. Cabe ter um discernimento adequado nos tempos de hoje. Pequenos passos fazem a diferença: os cidadãos responsáveis empurram a mídia e a literatura na direção de um nível maior de honestidade e de respeito pelo que é bom, belo e verdadeiro.

NOTA:

[1] “Farias Brito e a Reacção Espiritualista”, de Almeida Magalhães, 125 pp., 1918. Veja as pp. 72-74. O livro está disponível em PDF em nossos websites associados.

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Uma versão inicial do artigo acima foi publicada na edição do junho de 2016 de “O Teosofista”, pp. 6 a 8. Título original: “A Arte, o Cinema e o Pensamento”.

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Veja em nossos websites os artigos “A Influência Oculta de Machado”, “A Guerra Mundial em Nossas Mentes”, “Rompendo a Manipulação Mental”, “Os Novos Médiuns” e “O Poder de Sugestão”.

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