20 de fevereiro de 2018

Vídeo: A Oração da Boa Vontade

Praticando a Ioga do Pensamento Correto

Loja Independente de Teosofistas




Um vídeo de cinco minutos sobre o caminho da simplicidade e do contentamento.   

Clique para vê-lo e compartilhe com seus amigos:



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Veja em nossos websites o texto do vídeo: “A Oração da Boa Vontade”.

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O grupo SerAtento oferece um estudo regular da teosofia clássica e intercultural ensinada por Helena Blavatsky (foto). 


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19 de fevereiro de 2018

A Lição do Sol em Peixes

A Transcendência Mística
Deve Ser Protegida pelo Bom Senso

Carlos Cardoso Aveline

Netuno, o gigante azul, com suas luas



Cada vez que o Sol percorre o signo de Peixes, o céu estimula um sentimento de amizade universal. Cabe viver a unidade ilimitada com o cosmos. A lição anual de transcendência começa em fevereiro e culmina na segunda metade de março.

Durante este tempo a energia da estrela local ensina a fortalecer a comunhão com o espaço sem limites e a duração eterna. Depois, o comandante do sistema solar entrará em Áries para abrir um novo ciclo zodiacal e iniciar uma outra jornada heroica da alma através dos doze signos.

Peixes é regido pelo planeta Netuno e seu corregente é Júpiter. O generoso autoesquecimento vivenciado com o Sol em Peixes é a base mais nobre para uma ação verdadeiramente pioneira quando o Sol percorrer Áries. A lição básica da unidade primordial deve inspirar a vontade inovadora do Sol ariano, que se inicia a partir de 20 de março.

Cada vez que pensamos calmamente no cosmo, uma paz vem até nós e por algum tempo se torna parte da nossa aura. A intensidade e durabilidade desse sentimento harmonioso dependerão da profundidade do pensamento. A paz é com frequência subconsciente.

Segundo a Raja Ioga, a mente humana assume pouco a pouco a forma e a substância daquilo que contempla. Pensando no cosmo, amplia-se nossa unidade com ele. A teosofia nos ensina a fazer isso preservando o espírito prático. Podemos ser o universo sem distanciar-nos da condição humana.  

O Equilíbrio em Cada Alma

O cosmos avança por linhas simétricas de evolução. No nível ótimo da vivência, a sabedoria universal de Peixes flui lado a lado com o discernimento. A transcendência mística deve ser protegida pelo bom senso. No debate eterno dos céus, o equilíbrio é garantido pelo diálogo de Peixes com o signo zodiacal oposto, o detalhista e planificador Virgo.  

O aprendizado mútuo entre Peixes e Virgo ocorre dentro de cada ser humano e consiste na interação entre o todo e a parte. É a conversa entre o conjunto e o detalhe. É o debate nem sempre fácil do infinito insondável com os assuntos passageiros do dia-a-dia.  

Os dois pontos de vista são indispensáveis. A visão inclusiva de Peixes é forte quando tem como auxiliar o foco preciso do detalhe, dado por Virgo. O espírito virginiano, com sua visão crítica, seu planejamento e seu trabalho incansável, é mais eficiente quando colocado a serviço do todo universal pisciano.

A mente concreta necessita da amplitude dada pela inteligência do céu profundo. A visão cósmica precisa ter a seu lado uma percepção capaz de ver bem as coisas pequenas, e de colocá-las em harmonia com o que é imenso. Um respeito pelo detalhe ajuda a consciência oceânica de Peixes a transitar na direção do mundo incisivo e criativo de Áries.

Por outro lado, a ideia de simplicidade voluntária abre as portas para a busca do tesouro celeste. Quando se pensa em consciência do todo, o desapego é um fator decisivo. Mais do que um conceito econômico e uma necessidade sociológica, a ideia da vida simples é uma virtude da alma e um princípio central do universo pisciano.

Um coração livre de confusões permanece acima daqueles estreitos sentimentos pessoais cuja principal característica é a perfeita inutilidade. A vida simples se harmoniza com o eu superior e torna mais fácil alcançar o conhecimento divino. A renúncia ao que é secundário nos liberta de mesquinharias e capacita para encontrar o essencial.

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Uma versão inicial do artigo acima foi publicada sem indicação do nome de autor na edição de março de 2017 de “O Teosofista”, pp. 1-2.

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Em 14 de setembro de 2016, depois de uma análise da situação do movimento esotérico internacional, um grupo de estudantes decidiu criar a Loja Independente de Teosofistas. Duas das prioridades da LIT são tirar lições práticas do passado e construir um futuro saudável

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18 de fevereiro de 2018

A Força da Teosofia Original

Por Que Abandonei as ‘Obras Fantásticas’ Para
Estudar os Ensinamentos dos Mestres e de H.P.B.

Ailton Santoro




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Ailton Santoro é membro da Sociedade
Teosófica de Adyar no Brasil desde 1988. 
Atualmente preside a Loja Rio de Janeiro.

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Quando o aspirante ao estudo da filosofia esotérica chega a alguma loja da Sociedade Teosófica em busca de respostas aos seus questionamentos, é invariavelmente apresentado a uma literatura “introdutória” de autores da chamada “segunda geração”.

A finalidade declarada é familiarizar o iniciante com as ideias básicas do pensamento teosófico a fim de que, mais tarde, seja possível a leitura dos livros de Helena P. Blavatsky, principalmente de A Doutrina Secreta, a obra-prima da Teosofia, considerada pela maioria dos membros “difícil” ou “hermética”. 

Naturalmente, esta condução inicial é vista como a melhor a ser oferecida ao principiante, que é sempre tratado com carinho e respeito. Não há aqui nenhuma crítica pessoal a este processo: apenas a constatação da aplicação de uma didática consagrada pelo tempo, que posterga indefinidamente o estudo das obras fundamentais da verdadeira teosofia, rotulando-as de excessivamente difíceis.

Minha chegada à Loja Rio de Janeiro seguiu o mesmo roteiro. Li obras de autores consagrados na Sociedade. Destes, os mais prolíficos foram Annie Besant e Charles Webster Leadbeater. Através de seus livros, frutos de alegadas investigações clarividentes, conhecemos temas tais como iniciações, religiões orientais, Mestres de Sabedoria, hierarquias planetárias, química oculta, corpos e planos sutis, espíritos da natureza, vidas passadas e muito mais, tudo com tamanha riqueza de detalhes que temos a impressão de que não há nenhum assunto para o qual não haja resposta.

O universo do fantástico, do sobrenatural e do inusitado foi apresentado a nós, e a ele foi dado o nome de “Teosofia”.

Passado algum tempo, e considerando que tinha suficiente familiaridade com os conceitos aprendidos, passei a analisar as obras de HPB, acreditando a princípio que tudo o que lemos previamente encontraria endosso e aprofundamento em seus escritos, principalmente na Doutrina Secreta.

Mas, para minha surpresa, o que encontrei nelas foi bem diferente. Tinha diante de mim uma cosmovisão baseada em diversas tradições filosóficas milenares, tanto orientais quanto ocidentais, sem espaço para opiniões pessoais extravagantes, descrições de experiências psíquicas ou assemelhados. Da mesma forma, os conceitos básicos apresentados na teosofia clássica eram diferentes dos conceitos de Leadbeater e Annie Besant; alguns, como os princípios humanos, estavam em clara oposição. Assuntos que eram detalhadamente descritos na “teosofia de segunda geração” encontravam ali pouca ou nenhuma menção. Eu tinha encontrado uma explanação da realidade espiritual que exigia esforço e dedicação para ser apreendida. E mesmo esta apreensão era processada aos poucos, organicamente, de modo que os ensinamentos se desdobram em outros, mais completos, mais sutis. Tinham vida. Eram transformadores. Entendi então que ali estava a Teosofia, e não no que eu tinha conhecido antes.

Na Doutrina Secreta não há apelo à nossa credulidade, mas um convite a ir além do significado das palavras e enxergar nas entrelinhas da linguagem mítico-poética dos slokas e dos comentários. O enfoque do estudo tem que ser intuitivo, não dialético; interior, não intelectual e discursivo. A partir daí, sucedem-se os insights e a consciência se expande. Principia o contato com níveis mais profundos do ser.

Outro momento importante neste processo foi a publicação das Cartas dos Mahatmas para A.P. Sinnett em língua portuguesa pela Editora Teosófica. Fomos apresentados a elas pelo irmão Carlos Cardoso Aveline em 2002, quando o convidamos para uma exposição de seu conteúdo em um encontro de dois dias na Loja Augusto Bracet, no Rio de Janeiro.

Seu estudo demoliu em nós outra ilusão, a dos “Santos Mestres”, com toda a carga devocional que a imagem deles possuía para nós e que nos fora transmitida anteriormente. Tínhamos as Cartas dos Mestres de Sabedoria, editadas por Jinarajadasa, mas estas, ainda que importantes, não possuem a força da sabedoria sempre crescente que a cronologia das Cartas dos Mahatmas para A.P. Sinnett oferece. Suas páginas dão o testemunho da sabedoria não de santos, mas de homens sábios, filósofos eminentes, transmissores de uma ética superior que conhecem a natureza humana por inteiro, sem segredos. Ensinam as possibilidades de seus aspectos superiores, mas não negam as limitações de seus aspectos inferiores; antes, ensinam como tais limitações podem ser transmutadas em forças úteis ao progresso da Alma.

Eles se esforçaram por transmitir e adequar uma mensagem atemporal de sabedoria às formas limitadas das linguagens ocidentais, representadas pelos dois ingleses que foram seus correspondentes, deixando um tesouro inestimável de conhecimento para o mundo.

A partir de então chegamos a um novo patamar na busca do conhecimento sagrado.

Decidi que a literatura teosófica original, tal qual deixada por Helena Blavatsky e pelos dois Mahatmas, seria o meu objeto de estudo. A decisão não foi um fato isolado. Graças a circunstâncias cármicas inspiradoras, faço parte de uma loja que desde o ano de 2002 vem estudando apenas a teosofia clássica.

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O artigo acima foi publicado originalmente na edição de dezembro de 2017 de “O Teosofista”, pp. 5-6.

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16 de fevereiro de 2018

O Teosofista - Fevereiro de 2018





Será uma armadilha pensar que a vida humana pode ser melhorada através de ações políticas, ou através de prosperidade financeira? A edição de fevereiro abre com o texto intitulado “Abandonando a Ilusão Sociológica”.

À página três temos “Evitando o Abuso da Animalidade: Preservar a Condição Humana”. A nota “O Resgate do Eu Superior” está na página quatro.

À página cinco, “A Mídia Que Torce Contra o Brasil” e “A Compaixão Organizada”. A página seis apresenta “Silêncio e Boa Vontade”. Em seguida temos “A Moderação do Sol” e “A Fonte da Ação Correta”.

Estes são outros itens da edição:

* “A Substância da Amizade”, artigo de Emanuel Tadeu Machado;

* “Lendo o Livro da Natureza”, artigo de Arnalene Passos do Carmo;

* “Desaprendendo Para Aprender”, artigo de Joama Maria Pinho; e

* “Ensinamentos de um Mahatma”, trechos das Cartas do Mestre de Helena Blavatsky.

Com 19 páginas, a edição inclui a lista dos itens publicados recentemente em nossos websites.



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A coleção completa de “O Teosofista” está disponível em nossos websites associados.

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11 de fevereiro de 2018

Jesus Cristo e o Carnaval

O Caminho da Sabedoria é Longo,
 Estreito, Íngreme e Requer Humildade

Carlos Cardoso Aveline




“Entrem pela porta estreita; porque larga
é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à
decadência moral, e muitos são os que entram
por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o
caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.”

(Jesus, em Mateus, 7: 13 e 14)



O pensamento honesto, responsável, com frequência provoca revoluções.

Pensar produz a derrota da ignorância organizada. É uma atividade perigosa para quem se guia pela rotina. Vejamos um exemplo.

Seria possível conciliar as celebrações do Natal e da Páscoa, que são espirituais, com as festividades carnavalescas, que parecem celebrar exatamente o oposto do caminho apontado por Jesus?

Vale a pena começar revendo o ensinamento clássico do cristianismo sobre a relação entre o Espírito e os impulsos animais.

A epístola de Paulo aos Gálatas, 5: 16-17, determina a posição cristã clássica em relação ao carnaval, se o carnaval for definido como uma “celebração da carne”:

“… Vivam pelo Espírito, e não obedecerão de modo algum aos desejos da carne. Pois a carne deseja o que é contrário ao Espírito; e o Espírito, o que é contrário à carne. Eles estão em conflito um com o outro…”.

Cabe esclarecer, desde o ponto de vista da teosofia, que a responsabilidade pela eventual degeneração ética de um ser humano, ou pela decadência moral de uma sociedade inteira, não é de modo algum “da carne” em si mesma.

O corpo físico apenas registra e obedece aos hábitos e desejos alimentados pela alma que o ocupa.

Quando a vida emocional da alma é pura, o corpo físico é puro. Quando a vida emocional é dominada por desejos animalescos, de nada adianta jogar a culpa no corpo. É a alma que deve erguer-se até um modo honesto de viver. É ela que precisa unir-se ao Espírito e resgatar o seu veículo físico da lama gerada pela falta de autocontrole.

Respeitar o Corpo é Necessário

Se um cavalo mal treinado dá coices, é preciso treiná-lo corretamente. Chamá-lo de maldoso é inútil. Quando um cachorro mal-educado se comporta de modo prejudicial, cabe educá-lo melhor.

Do mesmo modo, constitui dever de todo ser humano purificar o seu próprio corpo. É correto tratá-lo como uma espécie de animal doméstico de importância básica. O corpo tem a sua própria inteligência e procura obedecer fielmente aos desejos e decisões da alma. Ele é a nossa porção animal. Deve ser bem tratado, respeitado e treinado. Através do autotreinamento o ser humano sensato resgata da ignorância o seu instrumento físico no mundo.

Nem todo corpo é impuro ou mal treinado. Nem toda alma é confusa e incapaz de ter metas claras e valiosas. Portanto, quando o Novo Testamento fala da “carne” como se “carne” fosse um nível de consciência humana diretamente oposto ao Espírito, o significado real da palavra “carne” não é “corpo”, mas sim “corpo físico impuro” ou mais precisamente “instinto animal cego”.

Assim, a epístola de Paulo aos Gálatas afirma, em trecho que parece referir-se ao Carnaval e festas semelhantes:

“Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, como antes já os adverti, que os que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus.” (capítulo 5, versículos 19 a 21)

Quando o Carnaval exalta a “Carne”, isto é, o corpo humano dominado por impulsos animais, ele celebra todo tipo de descontrole e abre espaço para a violência, o abuso de drogas e álcool e o desespero e a dor resultantes destas formas de desequilíbrio. Deste modo o eu inferior não tem acesso ao eu superior, ou “Reino dos Céus”. Porém o excesso neurótico de ascetismo e o desrespeito ou desprezo pelo corpo são também erros fundamentais. O organismo físico do ser humano é um dos seus sete níveis de consciência e constituiu potencialmente um templo sagrado do espírito. Deve ser tratado com sabedoria e moderação.

Não Sejamos Presunçosos

A figura de Jesus Cristo simboliza a sabedoria imortal presente nas diferentes culturas e nações ao redor do mundo. O caminho de Jesus é o caminho do equilíbrio. Esta trilha estreita está claramente delineada por Paulo em Gálatas, 5: 22-26: 

“… O fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. (…) Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos. Se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito. Não sejamos presunçosos, provocando uns aos outros e tendo inveja uns dos outros.”

A epístola aos Gálatas mostra que o Caminho de Jesus é o caminho da moderação no uso do corpo físico. Este é o ensinamento de todos os verdadeiros sábios, orientais e ocidentais.

O Novo Testamento condena a exaltação animalesca do prazer desequilibrado. O caminho do alcoolismo, das drogas e da luxúria não faz parte do seu ensinamento. Só a humildade da alma - exercida no plano externo da vida - permite a exaltação e a expansão da alma no reino do espírito. Não se contam aos milhões os que estão prontos para o caminho da sabedoria. Em Mateus, 22: 14, vemos:

“Muitos são chamados, mas poucos escolhidos.”

De fato, o Jesus do Novo Testamento não buscou popularidade. Ele contrariou o consenso da sua época, desdenhou as regras da opinião pública dominante e teve poucos discípulos.

Jesus deixou clara a necessidade de uma posição simples e austera diante da vida. Isso não significa ser intolerante. Ele ensinou uma boa vontade incondicional para com todos os seres, inclusive aqueles que consideramos ingênuos e desorientados.

Não vale a pena adotar neuroticamente a pose de santos e de juízes dos outros. Cada ser humano deve responder pela sua vida. É possível alertar em alguma medida a sociedade para a importância do caminho do desapego. Porém, raiva, rancor e desprezo são sentimentos contraproducentes, e que prejudicam a quem os alimenta.  

Os níveis e dimensões da evolução humana são muitos. A dura lei do plantio e da colheita mostra a todos os peregrinos no tempo certo que o culto do desejo irresponsável produz sofrimento, enquanto que autocontrole, a moderação e a postura humilde trazem felicidade.

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Sobre o tema do Carnaval, leia também os artigos “O Carnaval Segundo a Teosofia”, “Algumas Ideias Sobre o Carnaval” e “Abandonando a Infantilidade Carnavalesca”.

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